Metamorfose

A doença como linguagem da Alma

Postado por Lena Rodriguez em domingo, julho 4, 2010 Em: Florais On Line

Resenha: Neste livro, seu autor Rüdiger Dahlke continua e aprofunda a reflexão sobre os processos de adoecimento que já havia lançado em livro anterior, A doença como caminho. Sua intenção foi apresentar os sintomas de modo que o leitor reconheça os temas que eles trazem e que deve trabalhar para o retorno da vivência da saúde. Ao trabalhar o simbolismo do órgão afetado o livro também mostra o simbolismo da região onde esse órgão está localizado. Ao final de cada capítulo, o leitor encontra uma série de perguntas que pode fazer-se para compreender qual a tarefa que a doença lhe pede que execute em seu próprio benefício.

O autor mostra como cada sintoma representa um campo de padrões de comportamento e estratégias de sobrevivência que cada um de nós adota em resposta aos desafios da nossa vida. A conscientização dos nossos padrões é, em última instância, um trabalho de autoconhecimento que se inicia nos planos superficiais (corpo e comportamento) até o cerne do nosso ser divino (self). Quando estamos presos a padrões inconscientes vedamos o acesso ao nosso verdadeiro ser.

O processo de adoecimento é a corporalização problemática de um padrão que mergulhou na sombra e que é trazido à luz. O que é trazido à luz nos liberta do sofrimento porque entramos em contato com a dor original para acolhê-la. A compreensão dos diversos sintomas clínicos abre para todos um caminho novo de descoberta e trabalho na direção do próprio bem estar. Este livro destina-se a todos que estão dispostos a mudar sua forma de pensar sobre os processos de adoecimento e a analisar de um modo mais profundo o que eles significam.

Doc Download - A doença como linguagem da Alma – Rudiger Dahlke

Em: Florais On Line 


Tags: florais on line  doença  padrões inconscientes   

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"Dentro das linhas que o mantém prisioneiro estão apenas suas ideias e crenças. Fora dessas linhas estão suas novas ideias." LIBERTE-SE !!! Dra. Hulda

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A Terapeuta


Lena Rodriguez Acredito em tratamentos não agressivos e que vá na - causa - do problema que se apresenta, que por prática e vivência aprendi a perceber,que só se dá em nossa mente... O que nos faz cem por cento responsáveis por TODOS e TUDO a nossa volta, em nosso mundo. Acredito também, em terapias que estejam aliadas a processos de despertar, para que possamos sair desse circulo vicioso que infringimos a nós mesmos e cessarmos com a auto crucificação... A auto aceitação é imprescindível, assim como ser muito gentil consigo mesmo. Aceitar-se, não quer dizer resignarmos, mas sim que, podemos não estar satisfeitos na vida, por uma razão ou outra, não importa... Porém, temos escolhas... A partir do auto cuidado, tive por ideal de vida ser um elo de auxílio para que outros pudessem sentir o mesmo bem estar físico, mental, emocional e espiritual... Resumindo; um estar de bem com a vida = paz interior. Paz que conseguimos ao libertar nossa mente de programas e registros subconscientes. Sou grata à existência, a tudo que pude ter acesso para desvelar o EU que Realmente Sou... Gratidão, igualmente a todos que confiaram e confiam em meu trabalho nesses mais de 20 anos. Bençãos a todos!

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A Comissão dos Cidadãos para os Direitos Humanos (CCHR) é um serviço de vigilância da saúde mental sem fins lucrativos, responsável por ajudar a aprovar mais de 150 leis que protegem os indivíduos de práticas abusivas ou coercivas. A CCHR há muito tempo que luta para restabelecer a base inalienável dos direitos humanos no campo da saúde mental, incluindo mas não se limita a, consentimento informado pleno sobre a plena legitimidade médica do diagnóstico psiquiátrico, os riscos de tratamentos psiquiátricos, o direito a todas as alternativas médicas disponíveis e o direito a recusar qualquer tratamento considerado prejudicial...   http://www.cchr.pt/

 

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