O uso de florais para tratamento de doenças físicas e psicológicas vem chamando a atenção de médicos e psicólogos do mundo inteiro, voltados a entender a doença como um acontecimento resultado de distúrbios psíquicos e afetivos. Em Recife, Pernambuco, o médico e estudioso das Essências Florais do Nordeste, Marco Menelau, pesquisou a atuação das flores do agreste pernambucano em doenças crônicas e agudas, e hoje, oferece iniciação neste tipo de conhecimento a estudantes da área de Saúde, além de buscadores de todas as áreas. Este estudo vem aproximando a medicina da psicologia, e buscando comprovações para a defesa de que a saúde está na cura energético-espiritual.

As flores por ele estudadas, especificamente das cidades de Gravatá e Bezerros, fazem desse médico homeopata, um vanguardista neste tipo de descoberta no Brasil. As essências por ele estudadas trariam uma maior rapidez nos resultados esperados quando aplicadas em brasileiros, do que as criadas pelo Dr. Edward Bach, médico inglês criador do sistema de flores dos campos da Inglaterra. O motivo seria pelo fato de que “a sabedoria sutil” nela contidas teria um campo energético mais adequado aos biotipos brasileiros.

Esta aterrissagem dos conceitos da “Medicina da Alma” no Brasil encontraram no médico Marco Menelau um grande aliado. Defensor acirrado da cura endógena, diferente da alopata, em seus cursos e livros, ele faz claramente a diferenciação entre os métodos de cura quânticos e os alopatas. Cuidadoso com a crítica que faz à Medicina Convencional, ele acredita que esta Medicina Floral, que integra a chamada “Medicina Quântica”, especialmente a que incentiva pioneiramente, e que chama de Psicomedicina, será a medicina do futuro.

Para ele, as Essências Florais e a Psicomedicina, são uma proposta de libertação e não de dependência. A alopatia, ao contrário, prende o paciente, condena-o a tomar o remédio para o resto de sua vida. Caso não faça isso, a doença pode voltar. “Isto é interessante para a indústria da doença. A terapia floral, a Psicomedicina, libertam. Elas estimulam o organismo a encontrar sozinho o equilíbrio que ele perdeu com a doença”, garante o Psicomédico.

A visão geral da Medicina tradicional encontra-se na busca pelas causas externas da doença e eliminação dos sintomas sem dar ao corpo a oportunidade de se autocurar. É o que denuncia Marco Menelau, sem pudor e com muita ousadia, em seu livro “Essências Florais do Nordeste” (Editora Salto Quântico, 2011). Porém, a experiência prática com pacientes crônicos em sua clínica, levou o médico e pesquisador e concluir que “a medicina floral pode substituir os medicamentos alopáticos em alguns casos e em outros será um complemento do tratamento convencional”. Mas em casos agudos, em várias situações clínicas por ele vivenciadas, ele atesta ter obtido resultados imediatos com a utilização das essências florais. “Neste caso, a atuação de uma essência floral não é química, mas física. Por este motivo, ela atua quase de imediato, através da transmissão de campos de energia quântica”, explica Menelau.

O organismo humano possui uma parte orgânica e outra energética. Existe um campo de energia sutil, que muitos autores denominam de força vital ou campo vital rico em uma energia denominada pelos orientais de “prana”. É este campo de forças que anima a massa de matéria orgânica de nosso corpo humano. Sem a atuação deste campo, não existiria a vida. O campo vital está entrelaçado com cada célula e tecido do corpo, fazendo com que se realize nele uma programação vital, pelo processamento de informações.

São estas informações que “ensinam” as células a funcionar em harmonia, mantendo o corpo vivo e saudável. A doença é o resultado da deterioração deste campo vital, que fica empobrecido de energia prânica, ou com sua programação deteriorada ou truncada. “O corpo doente é como um grande computador com seu software deteriorado, corrompido”, analisa.

As essências florais irão devolver ao campo vital as informações perdidas, fazendo com que a força vital volte a funcionar de forma perfeita. Muito estudo e muito conhecimento advêm desse tipo de Medicina, a das essências florais. Mas muito ainda precisa ser explicado. Apesar da pesquisa nesta área estar ainda no começo, já existem diversos estudos comprobatórios iniciados e alguns até concluídos sobre a eficácia dos florais em patologia físicas e mentais.

As teses e pesquisas buscam comprovar que os florais não são placebo e para isto, foram aplicados em camundongos numa das teses de doutorado sobre o assunto. Segundo o médico, em estudos realizados em camundongos, as Essências Florais do Nordeste melhoraram significativamente o estado geral de todos os animais, enquanto o grupo que não recebeu as essências permaneceu inalterado. “Em animais como esses, o efeito placebo não pode existir”, atesta.

A conclusão do trabalho científico da Universidade do Sul de Santa Catarina, faz um importante registro a favor dos florais. No resumo final, o documento afirma que os remédios florais são reconhecidos como tratamento natural pela OMS desde 1976. E que, embora o mecanismo de ação não tenha sido elucidado, os remédios florais vêm sendo indicados para o tratamento de várias doenças neuropsiquiátricas.

Uma Medicina Espiritual?

Como um remédio floral atua sobre a doença, qual o princípio originário da cura? São muitas as perguntas para se entender a ação das essências florais frente a uma patologia, seja emocional, espiritual, psicológica ou física propriamente. O fato é que, atualmente, milhares de médicos, psicólogos, fisioterapeutas, dentistas, enfermeiros, terapeutas e outros profissionais se encantam com os resultados exitosos da medicina floral. A experiência clínica do uso dos florais vem sendo verificada por esses profissionais que começam a indicar o uso de florais até dentro de sistemas historicamente rígidos. No SUS, o tratamento com Florais vem sendo implantado em postos de saúde, assim como o Reiki, a Acupuntura, a Homeopatia.

Mas existe sim explicação, e ela se inspira na Física Quântica, a física que explica o Universo infinitamente pequeno! “As essências florais utilizam o princípio da energização por quantuns de luz, que gravam na estrutura molecular da água, a memória da flor”. “Esta memória contém informações da Natureza que encontram ressonância com o que existe dentro de nosso corpo humano!” “O campo vital deteriorado pela doença, perdeu parte das informações para funcionar em saúde, e os florais recompõem esta programação perdida. É como um computador com seu sistema operacional corrompido, que recebe uma formatação e a inserção de um novo programa, novinho em folha!” “As essências florais energizam o campo vital do corpo humano, energizando-o com vibrações harmônicas de sentimentos elevados, que revelam as virtudes da Alma como o Amor, o Perdão, a Compaixão, a Bondade e outros sentimentos sublimes”, é o que explica o médico que vem aprofundando seus estudos há mais quinze anos. “Este holograma quântico de luz que é a essência floral será atuante no ser humano na promoção do equilíbrio pleno da fisiologia”, complementa. Estaria aí a fundamentação desse método de tratamento. Ele não atua sobre a química do corpo, de forma alguma! Ele age sobre o campo vital, e reverbera sobre o psiquismo, harmonizando as emoções e sentimentos, e consertando as crenças mentais negativas. As essências ajudam o paciente a se equilibrar a partir de uma conexão plena com sua própria Alma, e por isso, é considerada uma “Medicina Espiritual”.

Fonte

Avaliação por Radiestesia na dimensão mental do distúrbio, que afeta o emocional e comportamental, interferindo na saúde física do ser humano.
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