A Ritalina é um medicamento eficaz para tratá-la? 
Não e não!

Hiperatividade não é uma doença.
É um engodo perpetuado por médicos que não têm 
a menor noção do que estaria errado com essas crianças.
Para encontrar um tratamento eficaz e muitas vezes uma cura 
para a criança "hiperativa" é necessário em primeiro lugar obter odiagnóstico correto.

 



O Dr. Vernon Coleman,
conhecido autor de inúmeros livros 
sobre a preservação e recuperação da saúde escreve:

 

"Hoje recebi a carta de uma leitora cujo filho foi diagnosticado como sofrendo de hiperatividade e a quem o médico havia receitado Ritalina. Infeliz com o diagnóstico e ainda mais infeliz com a receita, a leitora decidiu experimentar algo simples. Removeu todos os aditivos químicos da alimentação do filho. Em menos de quinze dias, o comportamento dele havia mudado, o problema havia desaparecido, todos os professores (que entusiasticamente apóiam a Ritalina) haviam notado a mudança e telefonaram para a mãe para lhe dar os parabéns. Quando a mãe lhes disse a verdade, simplesmente não acreditaram."      

Doctor Vernon Coleman's Health Letters

Medicina faz mal à saúde

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Aditivos

No outono de 2002, foi publicado o primeiro estudo patrocinado pelo governo da Grã-Bretanha para encontrar a relação existente entre colorantes e conservantes artificiais e problemas de comportamento. Durante duas semanas, 277 crianças com três anos de idade beberam suco de fruta acrescido de 20 ml de colorantes artificiais (E102, E110, E122, E124) e um conservante artificial (E211). Em seguida as crianças tomaram suco de frutas sem colorantes e conservantes durante mais duas semanas. Os pais controlaram as crianças durante todo o mês e preencheram um questionário detalhado sobre o comportamento dos filhos. As respostas mostraram que:
• os colorantes e o conservante artificiais aumentaram muito a hiperatividade;
• a remoção das substâncias provocou uma melhora significativa do comportamento;
• todas as crianças se beneficiaram da remoção, não apenas aquelas que já apresentavam hiperatividade.
Os pesquisadores do Centro Britânico de Asma e Alergia, na ilha de Wight, salientam os benefícios sociais e a redução de custos que poderiam ser conseguidos pela remoção de colorantes e aditivos alimentares que, em alguns países, já estão proibidos.

Colorantes e condimentos artificiais não têm outro objetivo do que tornar alimentos — sem gosto e com aspecto pouco apetitoso — mais saborosos e atraentes, principalmente para crianças. Esses alimentos geralmente não têm valor nutritivo, contêm muita gordura, sal ou açúcar e incluem sobremesas, doces, salgadinhos, milk-shakes, cereais matinais e diversas guloseimas.
(Food Magazin, 1.11.02 / Greenhealthwatch, 2002 nº 23)

No colégio Aidan, em Harrogate, Yorkshire, incentivaram as crianças a voltar a comer alimentos nutritivos. Demitiram a empresa que fornecia a alimentação, eliminaram as máquinas automáticas para a venda de alimentos e contrataram um cozinheiro profissional. Agora todos os alimentos são frescos, crus ou cozidos no próprio dia. Estão oferecendo saladas, sopas caseiras e frutas frescas. Existe uma cantina aberta o dia inteiro, oferecendo café e lanches caseiros, que atraem alunos de outras escolas. Finalmente, existe um clube servindo o café da manhã com cereais preparados na hora, croassant caseiro, café e suco de laranja espremido na hora. Tudo ao preço normal de lanches escolares — é possível! Outras escolas estão seguindo o exemplo.
(Food Magazin, 1.1.03 / Greenhealthwatch, 2002 nº 23)

Os pais declaram guerra aos aditivos
Em outubro de 2002, diversas pesquisas mostraram que aditivos nos alimentos podem causar mudanças no comportamento de crianças pequenas. O membros do grupo Parents Jury foram questionados se haviam notado ou suspeitado de efeitos em seus filhos. Eis algumas respostas:
“Como mãe que passou por isso recentemente, eu gostaria de prender os fabricantes de alimentos durante uma hora em um aposento cheio de crianças afetadas por corantes. Eu quase tive um colapso nervoso por causa de corantes alimentícios que afetaram meus filhos.”

“Meu filho reagiu a um corante alimentício — antocianina — presente em quase todas as marcas de sucos de frutas vermelhas. Ele teve uma erupção de pele na forma de pintas em quase todo o corpo, braços e pernas. Além disso, é praticamente impossível comprar paracetamol infantil que não esteja repleto de adoçantes e corantes artificiais.”


“A primeira vez que meu filho reagiu à Tartrazina ele começou a tremer e a bater a cabeça contra a parede — ele não conseguia parar de se mexer, mas tinha plena consciência do que estava acontecendo e ficou muito assustado por causa disso. Foi terrível, tanto para ele quanto para quem estava observando.”

“Minha filha de quatro anos, que já é muito ativa, se torna hiperativa e agressiva após chupar algumas balas ou tomar um suco colorido. O efeito, imediato e fácil de notar, pode levar até 24 horas para passar. Ela se comporta quase como maníaca."


Mais comentários dos pais sobre este assunto, estão no site: www.parentsjury.org.uk.


Ritalina


“Na ausência de novos estudos sobre os efeitos da Ritalina, estamos realizando esses experimentos em nossos próprios filhos”
Dr. Leckman

Fatos sobre a Ritalina
• Geralmente a Ritalina e a anfetamina causam os mesmos problemas que deveriam tratar – falta de atenção, hiperatividade e comportamento impulsivo.
• Muitas crianças se tornam robôs, ficam letárgicas, deprimidas e introvertidas quando estão tomando Ritalina.
• A Ritalina pode retardar o crescimento da criança ao romper os ciclos dos hormônios de crescimento liberados pela glândula pituitária.
• A Ritalina geralmente causa graves distúrbios no cérebro da criança. Pesquisas científicas mostraram que a Ritalina pode causar atrofia ou outras anomalias físicas permanentes no cérebro.
• Quando a criança para de tomar a Ritalina, pode ocorrer sofrimento emocional, incluindo depressão, esgotamento e até suicídio. Qualquer um desses sintomas emocionais pode levar ao aumento errôneo da medicação para a criança.
• A Ritalina cria dependência e pode levar a outras dependências. É uma droga muito usada entre crianças e adultos.
• A Ritalina reprime as atividades criativas, espontâneas e independentes na criança — fazendo com que ela se torne mais dócil e obediente, mais disposta a realizar tarefas rotineiras e maçantes, tais como atividades em classe e deveres de casa.
Para mais informações: Hyperactive Children's Support Group, www.hacsg.org.uk e The Food Commission (UK), www.foodcomm.org.uk
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A Ritalina age no cérebro como cocaína
Utilizando técnicas sofisticadas para estudar o cérebro humano, pesquisadores norte-americanos concluíram que a Ritalina (cloridrato de metilfenidato), tomada por milhões de crianças no mundo inteiro, produz o mesmo efeito sobre o cérebro que a cocaína.
Os estudos também mostraram que as crianças hiperativas que tomam Ritalina são mais propensas a se tornarem tóxico-dependentes do que aquelas que não tomam o medicamento. A Ritalina também pode alterar todo o perfil biodinâmico dos usuários e causar o mesmo efeito devastador que o uso prolongado de cocaína.

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Fonte: Journal of Neuroscience, 2001, 21: RC121
NO MORE RITALIN

Treating ADHD without drugs
Ritalina nunca mais
Tratando hiperatividade sem medicamentos
Mary Ann Block

Kensington,
New York, EUA,
1997, 144 p
Uma mãe estuda medicina para proteger sua filha contra o medicamento Ritalina (uma espécie de "cocaína pediátrica"). Em seu famoso livro, a Drª Mary mostra porque a Ritalina pode ser extremamente perigosa para a saúde da criança; ela também explica porque a hiperatividade pode e deve ser tratada por meios mais seguros e eficazes. Seu método baseia-se na certeza de que não é possível tratar o problema sem antes identificar as causas que provocam a hiperatividade. Essas causas incluem: hipoglicemia, alergias, fatores ambientais e hipertiroidismo.
Descrevendo casos presenciados em seu consultório, a Drª Mary oferece provas convincentes de que o enfoque sem medicamentos funciona. Ela também mostra como alergias alimentares e outros problemas relacionados à nutrição podem desempenhar papel chave na capacidade de aprender e no comportamento da criança e como essas condições podem ser corrigidas por meio da mudança na alimentação.
NO MORE ADHD
Fim do TDAH

Mary Ann Block

Block Books,
Hust, Texas, EUA,
2001, 178 p
Dez passos para melhorar a atenção e o comportamento de seu filho sem medicamentos.

RITALIN FREE KIDS
Crianças livres de ritalina
Judyth Reichenberg-Ullman
e Robert Ullman


Prima Health,
Rocklin, California, EUA,
1996, 300 p

O livro mostra que remédios homeopáticos são seguros e eficazes contra a hiperatividade e outros problemas de comportamento e de aprendizado. Por meio do estudo de casos tratados de forma convencional e de casos tratados com homeopatia, os autores fornecem ampla comprovação dos danos causados às crianças pelo uso da Ritalina e do sucesso do tratamento homeopático.
Para mais informações, veja www.healthyhomeopathy.com
HYPERAKTIVITÄT - WARUM RITALIN
kEINE lÖSUNG IST


Porque a ritalina não é solução

Barbara Simonsohn
Goldmann,
Munique, Alemanha,
2001, 3ª ed., 287 p


A autora apresenta estratégias saudáveis, incluindo alimentação e diversas terapias que realmente ajudam a melhorar a qualidade de vida das crianças hiperativas e seus familiares de forma orgânica

Veja também:
www.cchr.org (Citizens Commission on Human Rights)
www.eagleforum.org (Crítica da política de vacinação nos EUA)
www.fightforkids.com (Fight for Kids)
www.ritalindeath.com (Depoimento de um pai sobre a morte de seu filho)


Cuide bem de você... www.cuidebemdevoce.com