O que entendermos por mente é o fator decisivo para uma melhor qualidade de vida e sucesso ou ao contrário, ficarmos sujeitos a fracassos e neuroses o que nos levaria a uma vida limitada, perdida e até a morte. Quando nos referimos à mente sempre nos lembramos do cérebro em sua estrutura física, seus neurônios, etc., todos que viram uma foto uma escultura ou uma peça real associam a mente ao cérebro. Isto acontece porque nossa memória associa conceitos a símbolos. Mas a mente a qual me refiro será melhor compreendida se a associarmos a algo como uma “entidade ilimitada”, sobre a qual conhecemos apenas uma pequenina parte, para mantermos um padrão de comportamento na maioria das vezes repetitivo e pobre.

Essa parte da mente registrada em nossa memória desde o nosso nascimento constitui uma espécie de padrão de controle, um programa que foi “gravado” em nós, o qual não escolhemos, que corresponde a um sistema de crenças, que usamos para viver. Procuramos nos manter dentro desse “programa”, para gozarmos de iludida segurança, o que no entanto nos impede de ousarmos mudanças que poderiam nos tornar mais ricos e criativos. Enriquecemos esse programa através da incorporação de informações de nosso interesse e vamos assim progredindo no aspecto intelectual e social. Esta é a mente cognitiva, racional, científica que constitui parte de nossa personalidade, que por sua vez sofre influência da cultura compartilhada com a comunidade, a esse aspecto da mente damos o nome de “inconsciente coletivo”, de onde se advém inúmeras práticas supersticiosas e comportamentos grupais como modismo, etc, esse aspecto da mente repete dogmas e rituais sem considerar o sentido, o “porquê”, ocupando espaços da memória e impedindo as vezes uma tomada de atitude mais objetiva.

Essas funções mentais estão relacionadas ao lado esquerdo do cérebro, sendo este o “aparelho” pelo qual a nossa mente se manifesta e nos dirige. Ocupamos praticamente toda a nossa vida com as atividades desse mente, embora ela não consiga ultrapassar o limiar de nossos sentidos por ter ela necessidade de lidar com a parte concreta das coisas. Ela precisa comprovar, julgar e comparar para entender; daí vir a máxima cartesiana: “só podemos considerar algo como real, se passar pelos nossos sentidos. Toda a idéia cartesiana foi ultrapassada pela física quântica onde o observador é ativo, ou seja: em simples palavras o fenômeno sofre a ação emocional de quem está envolvido nele. Assim, ao se estudar a dinâmica das nano partículas se descobriu um novo universo que está revolucionando nossas vidas. As descobertas das nano partículas só foram possíveis porque nossa tecnologia nos possibilitou a capacidade de sintonizarmos com a sua frequência, mas elas sempre existiram, assim como sempre existiram a eletricidade e as ondas de rádio, apenas antes não tínhamos equipamentos capaz de identificá-las e usarmos suas energias. Da mesma forma, nosso corpo, especialmente nosso cérebro possui capacidades latentes para captar aspectos ilimitados de nossa mente, só não conseguimos ainda porque nossa consciência da realidade está limitada à percepção sensorial, que também possui mais capacidade do que a manifestada, visto que alguns animais possui certos sentidos muito melhores que os nossos, pois dependem dele para viver. Também o homem quando se vê privado de algum de seus sentidos, aguça outros para compensar.

A mente como “entidade ilimitada” ocupa o lado direito do cérebro, de onde vem toda criatividade, toda arte, toda descoberta. Essa parte da mente funciona segundo outros princípios diferentes dos da mente lógica descrita acima. Sua principal característica é a intuição que consiste em conhecermos algo sem que seja preciso raciocinar, deduzir. A mente ilimitada funciona enquanto a outra está parada, daí as práticas de meditação para paralisar os pensamentos. Ao acesso da mente ilimitada chamamos de “insight”, “satori”, “luz”. As ondas elétricas que produzem seu funcionamento são de frequência muito sutil, que são produzidas pelo acesso a emoções elevadas, estados de êxtase que podem ser conseguidos através da música erudita, manifestações da natureza, estados de meditação profunda, experiência religiosa de contato interno com o “EU DIVINO” (nunca as experiências místico devocional e muito menos as provocadas por alucinógenos), pois o sistema nervoso precisa estar intacto, livre de agentes químicos, caso contrário teremos uma experiência relativa ao plano astral, bem diferente das do plano mental as quais me refiro. Algumas vezes os sonhos podem nos trazer experiências relacionadas à mente profunda...

Dr. Osmar Francisco dos Santos

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Medicina Quântica ou Vibracional

"No mundo da medicina vibracional, a doença é causada não apenas por germes, substâncias químicas e traumas físicos, mas também por disfunções crônicas dos padrões de energia emocional e pelos maus hábitos de relacionamento da pessoa consigo mesma e com os outros. O caminho vibracional não usa bisturis e medicamentos de laboratório para tratar as doenças, mas sim diferentes formas de energia para produzir transformações curativas na mente, no corpo e no espírito do doente.” (Richard Gerber, M.D )

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