A privação da energia orgônica provocada pelas couraças desenvolvidas de início na infância e prosseguindo ao longo da vida, pela insegurança, dor, medo, tristeza, enfim por tudo aquilo que bloqueia o fluxo energético da vida, gera o câncer, caminho para a morte, a contração final.

De acordo com a lei que estabelece que a energia orgônica ao contrário da energia hidráulica e elétrica, flui do potencial mais baixo para o mais alto; sendo o núcleo da célula superior ao citoplasma em potencial energético a reprodução celular correta só ocorrerá quando:

a) o citoplasma à medida que cede energia ao núcleo até que este duplique seu potencial energético, receba dos glóbulos vermelhos que circundam a célula a energia suficiente para também duplicar sua energia, atingindo simultaneamente o mesmo nível do núcleo e exatamente no tempo de mitose para aquela célula;

b) assim, a célula sofrerá divisão correta, cada uma com seu núcleo e seu citoplasma individualizado e com o mesmo potencial energético da célula que lhes deu origem;

c) se o paciente ou a paciente houver desenvolvido couraça no local onde ocorre a divisão celular, o núcleo conseguirá atingir o nível energético correto no momento da mitose, porém o citoplasma não poderá atingir o potencial correto face ao bloqueio oposto pelo anel encouraçado e então surgirá uma célula anormal binucleada. Em conseqüência surgiram células multinucleadas anárquicas. O câncer está instalado.

d) Reich constatou que os glóbulos vermelhos sadios, altamente energizados emitem forte luminosidade azul e são resistentes à hemólise quando mergulhados em soro fisiológico. A coesão energética da membrana do glóbulo vermelho retarda a hemólise para cerca de vinte minutos;

e) Os glóbulos vermelhos, tal como aparecem no sangue de pacientes com câncer avança- do são deformados e sofrem hemólise em cerca de três a cinco minutos quando mergulhados em soro fisiológico;

f) Antes que ocorra o tumor que é segundo Reich, sintoma apenas da verdadeira doença, a atrofia biopática. O câncer realmente ocorre devido à atrofia biopática conseqüente ao bloqueio da vida, à anti-vida, ao bloqueio energético que foi se desenvolvendo ao longo da vida ao se criarem as couraças;

g) A prova de tudo que foi afirmado nos itens anteriores é o fato da freqüência do câncer genital na mulher ser muitíssimo mais freqüente do que no homem.

Embora tanto a Bíblia afirme que a mulher surgiu de uma costela de Adão e a ciência prove que embriologicamente os dois sexos tenham origem comum, os órgãos de um ou outro atrofiando, segundo a combinação genética XX ou XY , a incidência de câncer genital é muito maior na mulher do que no homem. A explicação desta anomalia, à luz da bioenergética é simples: a necessidade de conjugação sexual é idêntica para os dois sexos, a libido é idêntica. Entretanto, a sociedade patriarcal sempre foi permissiva para o homem e restritiva para a mulher. Como conseqüência, a mulher para evitar o despertar da libido, usava o anel pélvico, contraindo-o, e, assim, evitava o fluxo de sangue aos órgãos genitais, evitando a libido. Em conseqüência da privação do fluxo energético, a reprodução celular se tornava anômala e tão logo o sistema imunológico entrava em declínio na década de cinqüenta anos, o câncer surgia com freqüência. A pílula liberou a mulher, porém em nada a ajudou, pois a própria pílula pela agressão química que provoca, também é cancerígena.

 

A ENERGIA ORGÔNICA, SUAS LEIS E A APLICAÇÃO

TERAPÊUTICA DAÍ DECORRENTE


1)A energia orgônica flui do potencial mais baixo para o mais alto;


2)Os organismos unicelulares, bactérias e vírus funcionam em potencial energético mais baixo que os seres multicelulares;


3)A matéria orgânica incorpora energia orgônica. Os metais, bons condutores de energia recebem e rejeitam, irradiando-a;


4)Cada divisão celular representa duplicação do potencial energético. Assim, quanto maior for o crescimento do organismo mais cresce seu potencial energético, e, portanto, maior a necessidade da descarga a fim de ser possível a recarga do citado organismo. O lactente apresenta reprodução celular extremamente rápida, motivo pelo qual seu potencial energético é maior ao da mãe. Quando esta amamenta o bebê, além de ceder leite, cede energia para o bebê, o que explica o cansaço que a mãe sente após dar de mamar. A criança sente prazer ao ser amamentada e a sensação de prazer pode ser percebida pelo “fresson”, o arrepio que ocorre. O lactente elimina o excesso de energia pela urina que tem, portanto, muita energia e pouca toxina, o que explica ter sido muito usada para rejuvenescer e embelezar a pele no passado. Já o adolescente, que também aumenta muito a sua massa corporal em intensa reprodução celular, procura descarregar este excesso de energia pelo orgasmo sexual, o que explica a intensidade do impulso sexual nesta fase da vida;


5)Reich também constatou que a energia orgônica nada tinha de semelhante com a energia elétrica e muito se assemelhava ao magnetismo, chegando ao ponto de afirmar que o campo magnético praticamente se confundia com o campo orgonótico. A certeza que Reich teve que a energia elétrica e orgonótica nada tinham em comum, foi o fato de constatar que o eletroscópio carregado de eletricidade estática se descarregava muito mais lentamente no interior da caixa orgônica do que fora desta. Portanto a descarga reduzida da eletricidade estática em atmosfera carregada de energia orgônica, na caixa, demonstra cabalmente que o ar no interior da caixa se encontra menos ionizado do que fora desta, portanto, com menos eletricidade.


6)Já a semelhança da energia orgônica e o campo que esta cria com o campo magnético pode ser demonstrada ao se constatar, ao se verificar, que o pólo norte da bússola sempre aponta para o centro dos bordos de cima da caixa orgônica e o pólo sul, a outra ponta da agulha, para os bordos de baixo da caixa. Se a caixa for virada, a parte que se encontrava em baixo, para cima e vice-versa , tudo continua no mesmo, provando, assim, que o campo orgonótico e o campo magnético se confundem, os pólos se invertem, não sendo respeitados os pólos do ferromagnetismo;


7)Quando um microorganismo invade o corpo humano, se estabelece entre este e o glóbulo vermelho, uma relação energética a que Reich deu o nome de luminação orgonótica. Esta relação energética libera calor, que explica a febre, sintoma muito combatido no tratamento de doenças. Assim, se houver bacteriemia, isto é, se os microorganismos se espalharem na corrente sangüínea, como ocorre no impaludismo, na septicemia, etc., estabelecem-se bilhões de relações orgonóticas, luminações orgonóticas que ocasionam uma elevação rapidíssima e intensíssima de temperatura e também uma queda muito rápida pela inativação dos microorganismos. Já se a infecção for localizada, como por exemplo, no caso de um furúnculo ou panariço, o calor será apenas local, não havendo febre geral, sistêmica. O mesmo ocorre nas crises de apendicite onde observa-se que a temperatura retal é de mais de 1º centígrado que a temperatura axilar, em razão da infecção estar localizada no intestino. Se ocorre a difusão da infecção, a peritonite, as temperaturas axilar e retal tendem a se aproximar.

 

Fonte: ítens III/IV - A energia Orgônica – Dr. Luiz Moura – Brasil (pdf)

Ver itens I/III no índice do Blog > A ENERGIA ORGÔNICA, SUAS PROPRIEDADES