Lena Rodriguez

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As 5 leis biológicas de Hamer      

As cinco leis biológicas sobre as quais se fundamenta a nova medicina nos mostram os critérios segundo os quais toda doença se gera e se desenvolve contemporaneamente em três níveis: psíquico, cerebral e orgânico.

Hamer lhes define leis enquanto verificáveis sempre, em cada paciente que se pega por acaso e em qualquer lugar, afirmando que se elas não encontrassem confirmação ainda que só em dois pacientes em cem, seria para se descartar (“clausula que a medicina oficial nunca chama à baila”)

1ª Lei (lei férrea do câncer)

Todo câncer, ou doença oncoequivalente, é gerada por um choque extremamente agudo, inesperado, dramático e vivido no isolamento. Não conflitos normais, como aqueles que todos nós temos, mas conflitos inesperados, traumáticos, que não nos deixam o tempo de reagir, aqueles que Hamer chama conflitos biológicos. Ele se verifica contemporaneamente nos três níveis: psíquico, cerebral e orgânico.

No instante do choque, isso é, contemporaneamente se localiza no estado psicoemotivo da pessoa, no cérebro (fogueira de Hamer visível com uma TAC) e no órgão. Até o decurso da doença é síncrono. Se pode segui-lo contemporaneamente nos três níveis supracitados.

Para compreender esta sincronia coloquem suas mãos juntas como quando se reza. Depois fechem uma das duas em punho. Esta representa o cérebro, e a outra o corpo. Imaginem agora as duas mãos como se olhassem no espelho, quando se verifica o choque aquilo que acontece em uma acontece também na outra.

1 – as mudanças que se verificam durante a doença acontecem contemporaneamente em três níveis:

2 – conhecendo bem um dos três, serão possíveis determinar exatamente os outros dois, isso significa que no cérebro, através da leitura de um TAC, encontramos seja o fotograma que a filmagem da evolução da doença (um modo de interpretá-la, o método de Hamer, nos faz recordar outros, entre os quais a reflexologia, a iridologia, a auricoloterapia, a massagem local

com as mãos e tantos outros, tantos quanto são os microcosmos de um organismo vivente, se é verdade que na menor célula se pode, ou se poderá, ler a história do inteiro macrocosmo que a compreende)

2ª Lei (decurso bifásico das doenças, a condições de chegar à solução do conflito)

O choque interrompe o ritmo normal do alternar-se dia/noite (normotonia). Após o choque existe um período de conflito, de stress, em que o tumor é ativo (mas freqüentemente não se percebe) se dorme pouco e mal, não se tem fome, não se transpira, se urina pouco, se perde peso, pés e mãos são frios (simpaticotonia). Quando para uma razão qualquer, o conflito acaba, segue a fase de reparação chamada ainda de relaxamento, em que se dorme muito, se transpira muito, se urina muito, se alimenta bem, se readquire peso e se tem pés e mãos quentes (vagotonia) é a este ponto que se percebe a “doença”. No meio desta última fase a vagotonia é interrompida pela chamada crise epileptiforme (infarto, embolia pulmonar e icterícia) que representa a “virada do timão” em direção à normalidade.

Deste momento se a crise epileptiforme vem superada positivamente, o organismo inicia lentamente a retornar ao ritmo normal (normotonia).

3ª Lei (sistema ontogenético dos tumores e das doenças oncoequivalentes)

O câncer (e a doença) são uma resposta biológica a uma ordem sensata da natureza. De acordo do tipo de choque sofrido vem interessadas partes do cérebro e relativos órgãos. Cada conflito há um seu preciso conteúdo, que se define no instante do choque. A diversidade deste conteúdo é aquela que determina o acrescimento dos tecidos ou a chaga, a úlcera. Cada órgão é coligado a um bem preciso “relé” no cérebro, no instante do choque este relé se ativa e a doença se manifesta contemporaneamente a nível psíquico, cerebral e orgânico. Na fase ativa do conflito (simpaticotonia), o cérebro recente produz necrose ou a úlcera nos tecidos, enquanto o cérebro antigo produz tumores compactos com a proliferação celular. Ao invés, na fase de solução do conflito (vagotonia) sucede o contrário, o cérebro recente enche as necroses e as úlceras com o uso de vírus, bactérias, inchaços e produção de cistos) enquanto o cérebro antigo reduz os tumores por necroses (com o uso de fungos e micro bactérias).

4ª Lei (sistema dos micróbios condicionado ontogeneticamente)

Agora os micróbios assumem a função de eliminação do tumor que, havendo terminado o seu dever, não é mais necessário e então deixou de proliferar. Após a solução do conflito de fato, inicia a fase de reparação, serão fungos e micro bactérias que transformarão o tumor em massa necrótica sem mais nenhum desenvolvimento, serão invés os vírus e bactérias que ativarão a “cicatrização” das chagas e úlceras.

A medicina oficial interpreta esta fase como um agravamento da situação e não como a fase em direção à cura.

5ª Lei (bom senso biológico)

O câncer, a doença, é portanto uma parte de um programa especial, biológico sensato da natureza. Não é (no caso do tumor) um crescimento casual, louco, selvagem de células enlouquecidas, mas sim um processo totalmente compreensível e realmente previsível que se apóia nos dados da evolução ontogênica (1).

INTERVIR . . . SUAVEMENTE

Antigamente se dizia: deixem que a doença faça o seu curso. Segundo Hamer precisa adquirir a lucidez necessária para entender em qual fase se encontra, antes de decidir alguma coisa.

Se adquiriu o conhecimento deste percurso, se servirão interventos clínicos e farmacológicos aptos a atenuar dos sintomas físicos excessivos ou mal tolerados. Intervir com quimioterapia ou radiações significa interromper, alterar, desequilibrar um percurso biológico, sensato e útil que a natureza estabeleceu que deve ser cumprido até o fim.

Vem à luz que terapias suaves como: o ascorbato de potássio (vitamina C), o cloreto de magnésio,   os imunoestimulantes atóxicos, o áloe etc., podem dar freqüentemente resultados positivos. São terapias que portam ajuda ao organismo afadigado durante o seu percurso biológico e sensato que chamamos doença, que o sustentam sem desequilibrar, sem envenenar, e sem criar pânico excessivo. Se o câncer e a doença são portanto a resposta biológica a uma ordem sensata do cérebro, não existe nenhuma substância cancerígena que o provoca (2), nenhuma célula enlouquecida, nenhuma doença incurável que cria metástase.(3); conhecendo o inteiro decurso da doença e dos seus processos cada um de nós pode ser o diretor/protagonista da própria doença.

CONSELHOS:

1. Racionalizar que nada é casual

2. Entender qual choque deu origem ao tumor

3. Entender em que fase a doença que se encontra

4. À luz dos pontos 1) e 2) refletir sobre quanto seja ainda necessário fazer, e quanto invés, vai absolutamente evitado.

1) Ontogênica: a evolução das simples espécies até àquela humana se encontra reproposta na fase embrional. Nós conhecemos no desenvolvimento embrional três diferentes folhetos dos quais derivam todos os órgãos: o endoderma (interno), o mesoderma (no meio) e o ectoderma (externo). Cada célula do organismo e cada órgão do corpo se pode reconduzir pela sua formação istológica em um destes três folhetos.

Endoderma (e órgãos coligados) têm os seus “relés” no tronco cerebral (a parte mais antiga) do cérebro, em caso de tumor haverão tumores sólidos.

Mesoderma (as células do grupo mais antigo) tem o seu relé no cerebelo e (as células do grupo mais recente) no miolo cerebral, em caso de tumor haverão tumores sólidos no primeiro caso e necrose ou buracos no segundo.

Ectoderma tem o seu relé na parte mais recente do cérebro, o córtex cerebralt; em caso de tumor haverão chagas ulcerosas.

2) Substâncias cancerígenas? Segundo Hamer não existe nenhuma prova da existência de substâncias cancerígenas. As argumentações de apoio a estas teses são:

a)   não é possível provocar tumores em órgãos nos quais as conexões nervosas com o cérebro foram talhadas (órgãos transplantados)

b)   as substancias inoculadas nos animais para induzir o câncer não induzem nada se não tem a intervenção do cérebro. Estas podem destruir, envenenar mas não induzir o tumor. A experimentação da fumaça do cigarro em cricetideos e ratos confirma tudo isto:

- 6.000 cricetideos expostos à fumaça dia e noite por seis anos viveram em média por mais tempo que os seus co-irmãos não submetidos ao tratamento (segundo Hamer porque habitam debaixo da terra, não codificaram no cérebro um sinal de alarme para a fumaça, e portanto não aquisitaram, durante a sua evolução, “o programa especial, biológico e sensato do perigo do fumo”)

- para ratos domésticos advém exatamente o contrário. Á menor emissão de fumaça vem tomados pelo medo/pânico de morrer e fogem porque, ao longo do seu caminho evolutivo a fumaça aquisitou um sinal de alarme. Podemos dizer que em ratos se pode induzir um carcinoma alveolar no pulmão provocado por um conflito de medo pela morte (e é próprio por estas razões que Hamer considera uma inútil tortura a experimentação em animais que se supõem pivôs de psique e de emoções!)

O mesmo discurso vale para a radiatividade. As radiações destroem as células mas não provocam os tumores. Por quanto refere á alimentação Hamer afirma simplesmente que um organismo bem nutrido é em grado de reagir melhor aos conflitos.

3) Metástase: segundo Hamer as metástases são novos conflitos provocados por novos choques conflituais, provocados, isso é, pelo choque de diagnose e pro gnose médicas aparentemente imcombatíveis. O PAC ente em que vem diagnosticado o câncer, vem tomado do pânico do “bruto mal que prolifera em modo anárquico e do qual aparentemente não tem escapatória”, e este “pânico” seria o novo choque á origem daquelas que se chamarão metástases.

Extraído da Nexus New Times ed.Italiana n. 26

Referimentos: Comunicato Andromeda n.77/2000

Internet: 

http://www.multimania.com/biologie/english/booklet/booklet.htm (inglês)

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