Metamorfose

Auto medicação...o sonho de Edward Bach

Postado por Lena Rodriguez em quinta, julho 26, 2012 Em: florais de bach
Faço minhas, as palavras da Terapeuta Sonia Rocha  (negritos e grifos são meus). Lena Rodriguez
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"Este é um assunto delicado porque envolve, além do tema proposto, a proliferação da oferta de florais prontos, atualmente vendidos em farmácias, drogarias e até em pet shops, e o fato de ser escrito por uma terapeuta floral. Pode dar a impressão de estar “puxando a brasa .....”

Posso dizer que escrevi movida por preocupação, por respeito, enfim, por interesses vários...mas prefiro deixar que vocês, leitores, tirem suas próprias conclusões após a leitura do texto.

Vocês têm aqui, muitas informações que podem colaborar para a auto medicação, afinal, era essa a proposta do criador do primeiro sistema floral, Edward Bach.

No entanto, essa questão da auto medicação, exige reflexão e uma análise mais profunda.

Freud, Jung, Adler, Reich e outros, todos contemporâneos de Bach, influenciaram e mudaram de forma irreversível a visão do ser psicológico.

No decorrer do século XX outros teóricos foram surgindo com novas teorias. A maioria deles se dedicava à Medicina tradicional mas partiram para os estudos da psique humana.

Porém, com exceção de Jung, o aspecto espiritual, a ligação cósmica com o Universo, a cura pelo Amor, não foi a pedra de toque em suas abordagens. Os tratamentos propostos eram prolongados e onerosos.

Os grandes mestres se tornaram “estrelas” pouco acessíveis.

Nada disso tira o mérito dessa geração, ao contrário, revolucionaram toda uma sociedade e uma filosofia de vida. O mundo nunca mais foi o mesmo depois deles.

Então é preciso considerar que Bach viveu numa época de grande efervescência e revolução nos estudos da psique humana. No entanto, preocupou-se mais com o aspecto espiritual. Ele era médico sanitarista e trabalhava com doentes hospitalizados, acometidos de doenças físicas diversas. Voltou-se então para os estudos da Homeopatia e daí para os florais, foi um caminho natural, devido, exatamente à sua abordagem: o ser é essencialmente espiritual. A doença é resultado do desequilíbrio entre o corpo e o espírito, que ele chamava de Eu Superior. Talvez, por trabalhar com pessoas hospitalizadas, sem muitas condições de iniciar e manter um prolongado tratamento psicológico, pensou numa forma de aliviar o sofrimento humano, oferecendo-lhes um caminho que pudessem trilhar sozinhas. Porém, eram outros tempos, outros problemas, outras morais sociais. Não era tão difícil, para alguém que se interessasse em aprender sua teoria, alcançar um nível aceitável de auto conhecimento, condição primeira para quem espera bons resultados com o uso dos florais.

Hoje a situação mudou radicalmente. São tantas as transformações e tão rápidas que não há tempo para processá-las. Nossa psique é bombardeada diariamente. Basta ver os estados de ânimos das pessoas. Parecem estar numa gangorra. Um dia no alto...outro no chão...

Ninguém consegue atingir um grau de auto conhecimento satisfatório sem ajuda de outro, que faça o papel de um “espelho” e, que seja capaz de devolver uma imagem “não espelhada”, porque toda imagem no espelho é vista ao contrário. Eu costumo dizer que se tentarmos ver uma mosca pousada em nosso nariz, certamente a veremos distorcida. Também é assim com nossas falhas. É preciso uma certa distância para vê-las e reconhecê-las. Isso não é tarefa fácil. A urgência das nossas necessidades cotidianas, a voracidade em “viver a vida”...tudo colabora para nos voltarmos mais para o exterior e muito pouco para nosso interior.

Quem consegue se auto analisar, auto reconhecer, ou ter tempo e dinheiro para uma psicoterapia tradicional (uma vez por semana, no mínimo)? Infelizmente, poucos.

Por isso as terapias holísticas, esotéricas, alternativas, complementares...e os livros de auto ajuda fazem tanto sucesso...

Quando não dão a receita pronta, cortam o caminho para se chegar ao âmago.

Tá errado?

Eu me abstenho de julgar, mas me vejo na obrigação de esclarecer alguns pontos.

.Usar florais é fácil. Difícil é saber qual a essência que vai , efetivamente, ajudar nas nossas dificuldades.

.Florais prontos são como horóscopo de jornal. Vale para cada um e para todos. Podem até fazer o efeito esperado, principalmente porque há uma necessidade que induz a pessoa a acreditar. É o imaginário e a força de sugestão que podem estar agindo. É como os medicamentos para emagrecer...só funcionam enquanto tomados. Na primeira pausa, o peso volta, geralmente em dobro. (veja minha matéria sobre Obesidade).

. Os florais revolvem nossas estruturas internas. Raramente provocam reações desagradáveis, mas pode acontecer, uma vez que trazem à tona, conteúdos geralmente desconhecidos pela pessoa. Isso pode causar, desde um desconforto incompreensível até mesmo uma catarse mais forte. E a quem recorrer? Certamente a alguém que saiba trabalhar com os florais, que tenha preparo e conhecimento do sistema floral.

.Também tenho dúvidas quanto à procedência das essências utilizadas pelos fabricantes. Não me refiro à pureza, à qualidade, à maneira de preparo, mas sim à forma como são apresentadas.

Outro dia, num Pet Shop perguntei ao balconista se aqueles florais eram de Bach. A resposta foi sim. Então, peguei um frasco e, para minha surpresa, na composição não havia nenhuma essência de Bach. A única referência ao Bach era quanto ao modo de preparo das essências.

Acho isso uma enganação. Provavelmente, não deliberada. É pura falta de informação, de conhecimento.

Fica muito claro que escolher um floral apenas pelo título no rótulo de um vidro ou por uma lista de sintomas descritos num livro ou num texto, é fácil. Era o sonho de Bach, mas a Humanidade trilhou caminhos que ele não conheceu e os ajustes se fizeram necessários.

Um deles é procurar ajuda de um profissional competente, em quem possamos confiar nossas dores e prazeres mais íntimos e só assim resgatar nossa harmonia e equilíbrio entre o Eu terreno e o Eu Superior.

Sonia Rocha – Terapeuta Floral: site

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Cuide bem de você... www.cuidebemdevoce.com

Em: florais de bach 


Tags: "florais de bach"  automedicação  "terapia floral on line"   

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"Dentro das linhas que o mantém prisioneiro estão apenas suas ideias e crenças. Fora dessas linhas estão suas novas ideias." LIBERTE-SE !!! Dra. Hulda

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A Terapeuta


Lena Rodriguez Acredito em tratamentos não agressivos e que vá na - causa - do problema que se apresenta, que por prática e vivência aprendi a perceber,que só se dá em nossa mente... O que nos faz cem por cento responsáveis por TODOS e TUDO a nossa volta, em nosso mundo. Acredito também, em terapias que estejam aliadas a processos de despertar, para que possamos sair desse circulo vicioso que infringimos a nós mesmos e cessarmos com a auto crucificação... A auto aceitação é imprescindível, assim como ser muito gentil consigo mesmo. Aceitar-se, não quer dizer resignarmos, mas sim que, podemos não estar satisfeitos na vida, por uma razão ou outra, não importa... Porém, temos escolhas... A partir do auto cuidado, tive por ideal de vida ser um elo de auxílio para que outros pudessem sentir o mesmo bem estar físico, mental, emocional e espiritual... Resumindo; um estar de bem com a vida = paz interior. Paz que conseguimos ao libertar nossa mente de programas e registros subconscientes. Sou grata à existência, a tudo que pude ter acesso para desvelar o EU que Realmente Sou... Gratidão, igualmente a todos que confiaram e confiam em meu trabalho nesses mais de 20 anos. Bençãos a todos!

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A Comissão dos Cidadãos para os Direitos Humanos (CCHR) é um serviço de vigilância da saúde mental sem fins lucrativos, responsável por ajudar a aprovar mais de 150 leis que protegem os indivíduos de práticas abusivas ou coercivas. A CCHR há muito tempo que luta para restabelecer a base inalienável dos direitos humanos no campo da saúde mental, incluindo mas não se limita a, consentimento informado pleno sobre a plena legitimidade médica do diagnóstico psiquiátrico, os riscos de tratamentos psiquiátricos, o direito a todas as alternativas médicas disponíveis e o direito a recusar qualquer tratamento considerado prejudicial...   http://www.cchr.pt/

 

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