"Podemos reeducar nossas mentes a viver com qualidade e humor, com mais alegria, percebendo o lado bom de cada coisa, de cada pessoa... há sempre um perfume escondido, um lírio no pântano, uma beleza disfarçada." (Madre Tereza de Calcutá)


Florais definidos como: EDUCAMENTO

O educador e pesquisador floral, ALMIR FLORES, defendeu a terminologia para FLORAIS conceituando-os de EDUCAMENTO, em sua tese de mestrado em 1997, na UNIVERSIDADE  DE BRASÍLIA.

A TERAPIA FLORAL cura nossos estados emocionais, através de um processo muito elevado de EDUCAÇÃO e REEDUCAÇÃO promovido pelas vibrações que vem da energia vibracional das flores. Cabe ressaltar ainda que a administração do floral não dispensa a administração dos remédios prescritos pelo médico, seja remédio alopata ou homeopata.

Nos casos de acompanhamento de tratamentos por psicólogos os florais não substituem a análise, entretanto, auxiliam a fascinante busca da auto reeducação.

Quem faz uso das essências vibracionais, promove em seu ser uma sublime EDUCAÇÃO interna, baseada no equilíbrio da mente e das emoções, que concretizam modificações positivas no comportamento do ser humano em sua vivência e principalmente em sua ALMA.

Texto: Colaboração de Marcelo do Brasil (Sintonizador do sistema FDDE)

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História

As essências florais são utilizadas desde tempos longínquos. A antiga Índia é o berço de toda a civilização ariana e é nela que vamos encontrar os mais profundos ensinamentos de todos os tempos. De lá que procede praticamente todo o conhecimento que forneceu as bases de todas as medicinas, artes e práticas médicas do mundo antigo e atual. A própria medicina mesopotâmica e egípcia, tidas como as mais respeitáveis de todas as épocas, receberam quase todas as suas informações da medicina hindu, e eram muito limitadas comparada a esta. A civilização egípcia surgiu há cerca de 5.500 anos AC, quando as essências florais foram usadas pela primeira vez em profusão. Com o passar dos tempos as essências florais foram sendo utilizadas amplamente pelo mundo inteiro como China, Sicília, Grécia, Roma, Arábia, Fenícia, Tibete, Austrália, Hawaii, África... Consta que o Povo Essênio fazia remédios a base de flores. Na época de Cristo elas eram usadas para curas medicinais. De fato, muitos livros citam que as essências florais eram amplamente usadas nas antigas e tão conhecidas civilizações como a Lemúria e a Atlântida.

Outras culturas, entre elas os Egípcios, Malaios e Africanos, usavam flores para tratar seus desequilíbrios emocionais. No folclore Europeu há registros sobre as propriedades curativas das flores desde a Idade Média. No século XVI o grande curador e místico Paracelsus recolheu orvalho das flores para tratar os desequilíbrios emocionais de seus pacientes. Na verdade, em todos os tempos, sempre houve pessoas que se dedicaram a estudar, desenvolver e praticar técnicas de cura e harmonização com as essências florais.

Mas somente nos idos de 1930 que um médico inglês sensível, Dr. Edward Bach, decodificou e propulsionou as essências florais para a nossa civilização moderna. Seus efeitos foram reconhecidos pela Organização Mundial de Saúde em 1976, e se constitui de grande ajuda nestes momentos de transição. Um interesse crescente por esta terapia a base de flores (ou terapia floral) surgiu nos anos de 1970 em diante e, hoje, existem essências florais em todo mundo com vários pesquisadores (sintonizadores) e cada um com o seu conjunto de essências florais (kit de essências). Uma coletânea contendo um grande número de estudos de casos tratados com florais e registrados no The Dr. Edward Bach Healing Centre foi publicada em 1971 (P.M.Chancellor, Manual Ilustrado dos Remédios Florais do Dr. Bach, 1971). Na verdade, temos mais de 220.000 espécies de plantas que florem (entre venenosas e não venenosas ao homem) e, praticamente onde há Sol, poderá haver uma planta que floresce.


Estudos no Brasil

O Brasil sendo um país tropical, ou seja, tem Sol o ano todo, tem o privilégio da exuberância de sua natureza com as suas flores e onde as pessoas são mais alegres e sensíveis, é um dos grandes propulsores da terapia floral no mundo. Hoje, temos profissionais de todas as áreas da saúde interessados nas essências florais que são naturais, sem contra indicação, sem efeitos colaterais e podem interagir com outros medicamentos alopáticos, homeopáticos e fitoterápicos.

No Brasil, outro conjunto de estudos de casos e depoimentos, envolvendo o uso dos Florais de Minas, foi também divulgado (Breno Marques e Ednamara Vasconcelos, As Essências Florais de Minas- casos clínicos e depoimentos- Vol.1,1995). Todavia, o trabalho sistemático e pioneiro de pesquisa em moldes acadêmicos iniciou-se na Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UNB), através do matemático e educador Almir Flores, com a dissertação de mestrado intitulada Rito -Communitas Pedagógicas.

Neste trabalho, o pesquisador inseriu as essências florais numa ampla e revolucionária proposta metodológica e reiterou sua definição conceitual: de fato a essência floral não é um médico(a)mento mas sim um educo(a)mento. Os florais não deveriam ser instrumentos curativos empregados unicamente por médicos, mas principalmente por educadores ou curadores da alma. Concluiu o autor: "A utilização das essências florais em uma Rito-Communitas tem sua unidade de significado destacada na condução do sujeito, que delas se apropria, a exercer o papel filosófico-mítico-científico requerido do ser-no-mundo, gerando no ser individual/coletivo a construção do conhecimento de forma integrada. O facilitador dessa harmonização é a intencionalidade. Observar atentamente a descrição de um caso é perceber a ação integrada da essência floral no ser-que-é-sendo, no ser-que-conhece-conhecendo... expressando e dando forma às situações e emoções que são as características pessoais que dificultam o seu aprendizado maior no mundo... experienciando o fenômeno ...pesquisando, manipulando e formulando sobre o conhecimento adquirido...retornando à família, buscando também sua cura, é apropriar-se do que fora apreendido e atuar sobre o coletivo".(Almir Flores,Rito-Communitas Pedagógicas,1997). (... fonte)


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