Problemas de saúde frequentemente têm suas origens na mente; sentimentos que foram persistentemente reprimidos poderão emergir, primeiro, como conflitos mentais e, depois, como doença física.

O Dr. Edward Bach (24 de setembro de 1886 - 27 de novembro de 1936), um médico inglês, depois de atuar como bacteriologista num hospital de Londres e de obter êxito profissional com suas vacinas orais, resolveu morar numa floresta de Gales, na Grã-Bretanha.

Lá descobriu que tinha uma sensibilidade tal, que lhe permitia sentir a energia transmitida pelas flores, apenas tocando-as ou colocando na boca as gotas que o orvalho deixava sobre elas.

Entre 1920 e 1394, o Dr. Bach identificou 38 flores silvestres capazes de despertar sentimentos positivos, e escreveu os fundamentos da sua nova medicina.

Verificou então na prática a eficácia dos medicamentos florais e compreendeu a grande ajuda que poderiam dar à humanidade.

O Dr. Bach dizia que “o medicamento deve atuar sobre as causas e não sobre os efeitos, corrigindo o desequilíbrio emocional no campo energético”. Estes remédios atuam sobre a desarmonia profunda do paciente e, assim fazendo, formam a base para a recuperação dos sintomas físicos.

A terapia das flores age no plano mais sutil da pessoa; seu efeito, reconhecido em 1976 pela Organização Mundial da Saúde, se constitui de grande ajuda à humanidade nestes momentos de transição, auxiliando a harmonização dos corpos (etérico, emocional e mental) e facilitando o livre fluxo da energia vital.

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