Educadora Dulce Caetano fala do projeto experimental desenvolvido em escolas públicas, denominado "Gotinhas Que Curam", usando as essências florais no ensino.


“Foi gratificante, ver os educandos vencendo suas dificuldades no processo de ensino através dos florais”


O pedagogo Douglas Marcelo realizou uma entrevista com Dulce Caetano, de Belo Horizonte, que tem trabalhos holísticos desenvolvidos em Itaúna. Ela é uma educadora com formação em Estudos Sociais e também em História, com Pós-Graduação em metodologia de ensino e com muita experiência na área de educação (15 anos). Dulce, pioneiramente desenvolveu um trabalho pedagógico educativo em Minas Gerais. Foi em 2003, na cidade de Betim. Apoiada pela Secretaria Municipal de Educação de Betim, ela desenvolveu o projeto: “Gotinhas Que Curam”. Em várias escolas o projeto foi divulgado e cerca de 20 alunos, participaram durante 7 meses do projeto, que consistia em utilizar os florais como ferramenta para melhora no desempenho escolar do aluno.

 

JORNAL BREXÓ - Dulce, como foi esta sua experiência pioneira de associar as essências florais ao ensino (escola)?

Dulce - Em 2003 eu tinha experiência tanto na área educativa como na terapia floral e percebi que os florais atuavam com um resultado muito eficaz nas desordens psicológicas e emocionais que dificultavam o processo ensino-aprendizagem. A partir desta percepção resolvi criar o Projeto Gotinhas Que Curam em parceria com Secretaria de Educação de Betim (MG). Foi um trabalho voluntário no qual tive apoio da sintonizadora Neide Margonari dos Florais de Saint Germain, que doou um kit para o trabalho com as crianças, foi uma experiência gratificante, ver os educandos vencendo suas dificuldades no processo de ensino através dos florais, mas existe ainda muita resistência do sistema escolar sobre o uso das terapias complementares.


JORNAL BREXÓ – Como eram utilizados e manipulados os florais entre os estudantes?

Dulce - Os florais eram usados conforme um diagnóstico feito com os educandos que era identificado a desordem emocional ou psicológica que afetava a aprendizagem, e a partir desta entrevista com o educando e algum responsável presente, era prescrito um floral que deveria ser tomado 4 vezes ao dia por um período de 6 meses.


JORNAL BREXÓ – Você acha que a escola tem intenção de se abrir para utilizar as terapias naturais como aliadas na conquista de um melhor desempenho educativo do aluno?

Dulce - Existe muita resistência do sistema escolar em receber alternativas para sanar as dificuldades no processo ensino aprendizagem, os florais são uma ótima ferramenta psicopedagógica, que auxilia os educandos na superação de processos emocionais arraigados desde a mais tenra idade, muitos alunos, pedagogos e mesmos pais que usaram ficaram satisfeitos com o resultados, mas não tive incentivo de dar continuidade ao Projeto.


JORNAL BREXÓ - De 0 a 10, qual a nota avaliativa você dá para o projeto “Gotinhas Que Curam” e por que?

Dulce - No meu entendimento posso dar uma nota 8, pois os resultados foram muito benéficos, mas como existiu muita resistência por parte da comunidade escolar, o Projeto não pode avançar como eu gostaria, mas fiquei muito feliz de poder ter construído esta experiência única.


JORNAL BREXÓ – Suas considerações finais

Dulce - “Trata o paciente, não trates a doença”, é o princípio básico do método das essências florais, então precisamos olhar para o educando de uma forma holística, percebendo-o em todos os níveis: emocional-mental e espiritual, só assim poderemos auxiliar de forma eficaz as dificuldades apresentadas no curso educativo da sua vida.


Fonte: JORNAL BREXÓ

ITAÚNA-MG, sábado, 23 de janeiro de 2010

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Lena Rodriguez

Educadora Floral

www.cuidebemdevoce.com