Metamorfose

Jejum pode fazer bem à saúde

Postado por Lena Rodriguez em quarta, outubro 19, 2011 Em: Terapia


Sou uma praticante de jejum, pessoa saudável e não comecei a praticá-lo por questões de doenças ou práticas religiosas, e sim por acreditar nessa prática muito antiga e benéfica. Acima de tudo eu tenho por hábito sempre que utilizo um determinado tratamento em meus atendimentos, experimentar primeiro em mim mesma.

O tipo de jejum que optei foi há poucos anos atrás ao entrar em contato com as pesquisas documentadas do Dr. Jarvis... Não se trata de um jejum onde sentimos fome ou fraqueza, muito pelo contrário, podemos executar nossas funções normalmente, trabalho, dirigindo, esportes, ou seja lá o que for... Ficamos dispostos e alertas e acima de tudo sendo desintoxicados e limpos de impurezas, cristais de cálcio que foram se formando ao longo da vida, rejuvenescendo as células, perdendo excesso de peso e absolutamente nutridos por minerais essenciais para um perfeito funcionamento de nosso corpo físico.

O tratamento com florais foi vital para uma conscientização, harmonia e equilíbrio mental, emocional, espiritual e consequentemente física.

É esse o meu trabalho, ajudar pessoas que cansadas alternativas químicas, que muitos sabem que além de não curar podem ter sérios riscos e sequelas... Porém, mesmo aquelas que por alguma razão estão com  tratamentos agressivos, podem se beneficiar em muito de jejuns e uma terapia floral bem direcionada. Eu diria ainda, que mesmo aquelas pessoas que não apresentam nenhuma somatização, ainda assim, a médio e longo prazo terão uma excelente qualidade de vida!

Portanto, cuide bem de você!

Lena Rodriguez

JEJUM AUTOCONSCIENTE DE 24 HORAS

EMAGRECIMENTO - DESINTOXICAÇÃO - LIMPEZA

NUTRIÇÃO - REJUVENESCIMENTO


Não acredito em saúde sem a integração multidisciplinar

(Dr. Frederico Lobo)

 

Excelente artigo abaixo sobre o jejum! Os bons médicos antigamente quando não viam respostas a certos tratamentos não hesitavam em apelar para o jejum. “...Quando o médico não souber o que fazer diante de uma doença, ou de um caso difícil, bem como, quando todos os procedimentos de seu conhecimento (e de outros) tiverem falhado, será chegado o momento do jejum como tratamento salvador...” Martius Gutezeit

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Jejum pode fazer bem à saúde

Sempre que se fala em jejum as pessoas pensam em religião, dieta ou manifestações políticas. Mas ficar sem comer pode trazer benefícios à saúde, em especial do coração, dizem pesquisadores do Centro Médico Intermountain, em Utah, Estados Unidos.

Segundo os especialistas, o jejum reduz os riscos de doença arterial coronariana (caracterizada pelo estreitamento dos vasos sanguíneos em decorrência do espessamento das artérias) e diabetes, além de fazer mudanças significativas no nível de colesterol sanguíneo.

O efeito que o jejum tem sobre a saúde já vem sendo estudado há anos, e pesquisas anteriores mostram que ele realmente tem efeito benéfico na redução no risco da doença cardíaca, que é a principal causa de morte entre homens e mulheres dos Estados Unidos.

A nova pesquisa registrou as reações biológicas do organismo durante o período de jejum. Os níveis de colesterol de lipoproteína de baixa densidade (LDL-C, o "mau" colesterol) e de alta densidade (HDL-C, o "bom" colesterol) aumentaram significativamente: 14% e 6%, respectivamente. Isso elevou a taxa de colesterol total, o que pegou os pesquisadores de surpresa.

"O jejum provoca fome ou estresse. Em resposta, o organismo libera mais colesterol, permitindo utilizar a gordura como fonte de combustível em vez de glicose. Isso diminui o número de células de gordura no corpo", explica Benjamin Horne, diretor de Epidemiologia e Genética Cardiovascular na Faculdade de Medicina Intermountain e principal autor da pesquisa.

"Isso é importante porque quanto menos células de gordura no organismo, menor a probabilidade de resistência à insulina, ou diabetes", completa. Os resultados da pesquisa foram apresentados em 03 de abril, nas sessões científicas anuais do Colégio Americano de Cardiologia, em Nova Orleans.
Hebron

Fonte

Em: Terapia 


Tags: jejum  doenças  "terapia floral on line"  minerais  "excesso de peso"  diabetes   

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"Dentro das linhas que o mantém prisioneiro estão apenas suas ideias e crenças. Fora dessas linhas estão suas novas ideias." LIBERTE-SE !!! Dra. Hulda

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A Terapeuta


Lena Rodriguez Acredito em tratamentos não agressivos e que vá na - causa - do problema que se apresenta, que por prática e vivência aprendi a perceber,que só se dá em nossa mente... O que nos faz cem por cento responsáveis por TODOS e TUDO a nossa volta, em nosso mundo. Acredito também, em terapias que estejam aliadas a processos de despertar, para que possamos sair desse circulo vicioso que infringimos a nós mesmos e cessarmos com a auto crucificação... A auto aceitação é imprescindível, assim como ser muito gentil consigo mesmo. Aceitar-se, não quer dizer resignarmos, mas sim que, podemos não estar satisfeitos na vida, por uma razão ou outra, não importa... Porém, temos escolhas... A partir do auto cuidado, tive por ideal de vida ser um elo de auxílio para que outros pudessem sentir o mesmo bem estar físico, mental, emocional e espiritual... Resumindo; um estar de bem com a vida = paz interior. Paz que conseguimos ao libertar nossa mente de programas e registros subconscientes. Sou grata à existência, a tudo que pude ter acesso para desvelar o EU que Realmente Sou... Gratidão, igualmente a todos que confiaram e confiam em meu trabalho nesses mais de 20 anos. Bençãos a todos!

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PSICOTRÓPICOS - O MARKETING DA LOUCURA   (Vídeos) aqui: http://terapiafloralon-line.blogspot.com.br/2013/04/psicotropicos-psiquiatria-o-marketing.html

A Comissão dos Cidadãos para os Direitos Humanos (CCHR) é um serviço de vigilância da saúde mental sem fins lucrativos, responsável por ajudar a aprovar mais de 150 leis que protegem os indivíduos de práticas abusivas ou coercivas. A CCHR há muito tempo que luta para restabelecer a base inalienável dos direitos humanos no campo da saúde mental, incluindo mas não se limita a, consentimento informado pleno sobre a plena legitimidade médica do diagnóstico psiquiátrico, os riscos de tratamentos psiquiátricos, o direito a todas as alternativas médicas disponíveis e o direito a recusar qualquer tratamento considerado prejudicial...   http://www.cchr.pt/

 

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