As Mais Recentes Pesquisas Sobre a Natureza e a Ação das Essências Florais

A produtora das Essências Florais Filhas de Gaia – a Maria Grillo – tem se dedicado nos últimos anos a estudar os campos da biologia, da física e da filosofia contemporânea na intenção de configurar finalmente uma teoria que explique ampla e satisfatoriamente aquilo que os florais realmente são e de que forma eles atuam e interferem em nossa vida interior.

Pedimos à Maria que escrevesse para nós um texto a respeito dessa sua pesquisa para que pudéssemos aproveitar a oportunidade dessa nossa Mostra Histórica que está sendo levada a tantos diferentes locais em nosso país para divulgar a terminologia  científica que explica melhor o nosso instrumento de trabalho e sua ação.

Alguns terapeutas florais e simpatizantes da terapia floral muitas vezes acham de difícil compreensão as áreas de conhecimento da física e das ciências exatas em geral, então a Ruth Toledo e a Cynthia Asseff  procuraram encontrar metáforas e um jeito simples de explicar aquilo que na verdade nós já vivenciamos quando utilizamos as essências florais como clientes ou como terapeutas.

Começando com o texto original de Maria Grillo:
“Nos primórdios da Terapia Floral, nós Terapeutas Florais, devido à novidade representada por este novo campo do conhecimento e à imaturidade deste novo espaço de exercício profissional, aceitamos uma identificação com o território das crendices, e era fácil ouvir dizer “Eu acredito em Floral”.
Hoje, com a conquista de uma maior reflexão, experiência e pesquisas, e contando com os avanços na filosofia da Ciência contemporânea, sobretudo à partir dos anos 90  podemos dizer:  “Eu conheço as Essências Florais” (ao invés de dizer “eu acredito”).  Isto porque, tais avanços da ciência finalmente abrem as portas e as luzes necessárias para uma maior compreensão e explicação da natureza e atuação das Essências Florais.” 

Até ontem costumávamos chamar os florais de essências vibracionais. Isso se deveu ao fato de que o Dr Bach utilizou uma vez o termo “vibrações” em um dos seus textos. Mas o mestre Bach quando usava o termo “vibrações” estava falando poeticamente, se referindo, na realidade, as emanações espirituais da flor.

“Vibracional” se refere a algo que pode “vibrar” e o conceito de vibração está intrinsecamente ligado à matéria. No dicionário quando procuramos pelo termo “vibrar” ou por “vibração” encontramos definições como “tremor, oscilação, agitar, fazer soar, estremecer”. Definitivamente não podemos continuar a usar o termo essências vibracionais quando falamos das essências florais.

Muitas vezes usamos também o termo “freqüência” para definir aquilo que seriam as emanações das essências florais.
“Freqüência” é um termo utilizado pela física para indicar o número de vezes que qualquer fenômeno periódico se repete, num espaço de tempo determinado. Isso pode ser medido e indicado graficamente como ondas. Podemos medir a demonstrar graficamente a freqüência de várias formas de energia, como a energia cinética, a elétrica, a eletromagnética, etc.

É claro que as essências florais têm energia e emitem vibrações de determinadas freqüências.
Mas isso não é o que elas são realmente, e enquanto falamos de energia, de vibração e de freqüência ainda estamos distantes da verdadeira definição ou conceituação das essências florais e de como elas interferem em nossas vidas interiores.

Como nos lembrou a Maria Grillo em sua carta para esse evento: “Em um de seus textos, o nosso querido Dr. Bach afirma que para aniquilar uma nova idéia não é necessário combatê-la, basta distorcê-la.”

A Maria, em sua ânsia por explicações mais condizentes com os efeitos observados pelo uso das essências florais foi buscar na filosofia da ciência contemporânea os estudos de David Chalmers (matemático e filósofo, professor da Australian National University). São pesquisas que nos levam para além da dualidade matéria/energia.
Segundo Chalmers os elementos básicos que compõem nossa realidade são: MATÉRIA – ENERGIA – CONSCIÊNCIA, formando uma estrutura trina para explicar a realidade do mundo e de seus fenômenos.

Maria Grillo nos diz em seu texto: “De acordo com David Chalmers trata-se então de considerar a realidade como um complexo tecido de eventos onde estes três elementos, matéria/energia/consciência, se inter-relacionam, e se interpenetram, sem com isto perderem sua identidade.
Matéria, Energia e Consciência combinam-se em infinitas probabilidades de interconexões, vínculos e alternâncias, determinando assim a textura do todo.  Esta ponte permite preenchermos, na ciência contemporânea, a lacuna gerada pela impossibilidade de explicar a consciência e seus relacionamentos com a realidade material.”

Para completar seus estudos e nos oferecer uma visão mais plena sobre a ação das essências florais, além de pesquisar os trabalhos de Chalmers, Maria Grillo foi buscar na biologia os estudos de Rupert Sheldrake, do final da década de 80, a respeito de Campos de Mórficos e Ressonância Mórfica.

Para Rupert Sheldrake “Campos” não são energia, nem matéria, mas são “entidades auto-organizadoras”. E esta característica é pertinente ao que Chalmers chama de consciência.
Ressonância mórfica é a forma pela qual os Campos, que podemos então chamar de Campos de Consciência, trocam informações entre si.   

Quando há troca de informação entre Campos não há transferência de energia ou de matéria, mas após o estabelecimento da comunicação entre os campos, podem ocorrer mudanças na qualidade da energia e da matéria também.

De acordo com a pequisa de Maria Grillo, podemos dizer então que uma essência floral é um “campo de consciência” que carrega em si informações e que ao entrar em contato conosco, inicia um processo de ressonância mórfica acordando, intensificando, fortalecendo ou facilitando os caminhos de expressão de tal qualidade que nossa alma guarda.

Voltando ao texto original da Maria Grillo, ela nos diz:
“Uma miríade de Campos podem se interpenetrar, mobilizando ressonâncias múltiplas e configurando então estruturas de enorme complexidade, como encontraremos nos vários eco-sistemas da mãe natureza ou naquilo que podemos chamar do grande Campo Consciencial de um Ser Humano.”

Trazendo uma metáfora que resume e simplifica essas novas noções podemos pensar num CD de música como sendo uma essência floral.
A medida que a música toca ondas de freqüências sonoras vibram através do ar, tocam e impressionam nosso sistema auditivo periférico e central. Mas é a informação contida no CD, ou seja no nosso caso aqui a música contida no CD, é que nos toca a alma, nos eleva o espírito e torna o nosso dia melhor.

Os florais emitem sim freqüências que podem ser medidas pelos instrumentos da física, mas assim como não podemos dizer que os florais são a água, o brandy ou mesmo o vidrinho, também não podemos dizer que florais são freqüências de energia ou vibração.

Nos apoiando nessa pesquisa de Maria Grillo podemos dizer que essências florais são Campos de Consciência.

À medida que essas informações ou campos, ou seja as essências florais, entram em ressonância mórfica com os aspectos mais elevados em nossa alma, isso aciona como que um “download” dessas nossas próprias qualidades que se tornam então disponíveis para nós na dimensão da personalidade.

Dessa forma resgatamos o livre arbítrio em seu sentido mais profundo, podendo escolher a cada momento expressar no mundo a melhor versão de nós mesmos, ou seja, o nosso EU mais elevado. 

http://www.essenciasflorais.com.br/Popup-Inspiracao-M06-18.html

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“O Grande Concertista toca a música da vida e nós vamos vivendo em sua
eterna canção... Sigo tocando meu próprio instrumento no concerto da vida.”

Lena Rodriguez

www.cuidebemdevoce.com