Metamorfose

Neste cenário chamado VIDA, quanto amo Ho’oponopono e os amorosos coadjuvantes Florais!

Postado por Lena Rodriguez em quinta, setembro 16, 2010 Em: Florais On Line

Quase três anos de prática do processo havaiano e continuamente me surpreendendo... Ontem mesmo tive um reconhecimento de uma pessoa, parte indireta de minha família que fiquei, por falta de melhor palavra, pasma momentaneamente ao ouvir... Pessoa que tive muito problema e que nem ao menos pude me afastar, felizmente, pois iria perder uma grande oportunidade de ver a mim mesma... Porém, foi incrível, não senti nada como inflar de ego, ou contente por ter sido reconhecida, muito pelo contrário, passado um átimo de segundo decorrente da surpresa, serena e calmamente apenas manifestei em complementação, que eu não havia feito (a causa do reconhecimento), sozinha e citei a pessoa. Percebi pela energia da manifestação de tal  pessoa que não foi um ato para agradar aliás, ela nem precisa disto foi uma atitude espontânea e sincera.

São quase dois meses de estada nessas montanhas de Minas, quanta coisa aconteceu!!! Em meio a um cenário de verdes e flores, ar puro e montanhas e montanhas, memórias de tudo quanto é ordem se manifestaram e passei por tantas ‘tempestades interiores’ que nem conseguiria relatar, tal o grau de confusão... Teve de tudo, a ponto de uma semana depois eu querer vender meu recente chalé comprado e ir embora... Para onde? E eu sabia????

Bem, acabei saindo por uma semana daqui, na realidade tirada por amigos queridos que perceberam meu estado, mesmo que eu nada dissesse... O fato de sair do cenário não modificou meu estado, muito natural, pois carregamos onde quer que vamos nossas bagagens...

O processo todo foi regado a muitos florais... Voltei novamente, e acabei entrando em catarse física, somatizando, travei literalmente com esses padrões/memórias, porém ai veio com força o querer a libertação de tudo isto, mas não foi tão rápido assim... Antes, porém me dei conta de muitas memórias cristalizadas, padrões de rigidez que eu carregava sabe lá desde quando e o quanto eu era dura, inflexível em meus relacionamentos próximos... Ah... chorei muito ao me dar conta de tudo isto... Pedi muito pela limpeza e muito perdão a cada um dos membros mentalmente e acima de tudo auto perdão por essas memórias em mim, me dei conta do quanto estava petrificado essas memórias/emoções e o que eu vinha fazendo comigo mesmo... Sou grata por ter finalmente enxergado isto e mais grata ainda pela libertação dessas memórias e a mim.

Independente de todo o doloroso processo a petição Divino Criador foi utilizada diuturnamente, regado a muito auto amor, eu te amo, eu te amo, eu te amo...  Quando eu conseguia alguma serenidade subia ao Portal e colocava novas condições...

Do processo mais agudo sai há algumas semanas, porém ainda estava na ‘luta’ com as conseqüências físicas, processos fortes assim costumam bloquear de tal forma nosso corpo energético que é necessário intervir com alguma técnica para liberação... Recordo-me do relato de uma pessoa no livro Limite Zero, que saiu tão mexida em suas memórias do seminário do Dr. Len que participou, que a energia no meridiano da Vesícula Biliar (memórias ligada à raiva),  ficou bloqueada e que só foi resolvida após ter ido a um acupunturista... O que gerou um entendimento da crise de cura de seu processo.

“Para que haja uma transformação em seu nível mais profundo geralmente há a necessidade de se trabalhar com traumas e sofrimentos que no passado deixaram uma marca profunda na psique. Neste estágio, pode parecer que a situação piorou ou que regrediu a um estágio anterior de disfunção. Mudanças verdadeiras envolvem uma escolha consciente e isto geralmente significa que a alma deve revistar seu ferimento ou trauma inicial de forma a trazer uma compreensão renovada, o que anteriormente pode não ter sido possível. Portanto, os dois primeiros estágios de transformação estão relacionados principalmente ao tempo presente dentro da alma, ao passo que o Estágio Três trabalha com aspectos subjacentes ou que não foram curados presentes memória da alma. O medo e a resistência inerentes à experiência de se deparar com esta ferida original é normalmente chamado de crise de cura. Esta crise é caracterizada por uma experiência forte envolvendo polaridades na qual padrões ou crenças antigas a respeito do Eu opõem-se às novas qualidades as quais a alma anseia alcançar. Esta tensão entre opostos cria uma catarse emocional nas quais as partes do Eu que foram deixadas de lado devem então ser reconciliadas. O verdadeiro desenvolvimento acontece quando a alma consegue reunir estas partes do Eu formando uma nova união dos opostos, que reconhece ao invés de negar as feridas do passado...”  (Patrícia Kaminski)

Minha gratidão por todo este processo que passei, pela libertação desses padrões, por poder ter presenciado nessa pessoa um reconhecido antigo, porém que apenas serviu como espelho para que eu pudesse enxergar o quanto meus padrões/memórias de dureza estão flexíveis e leves... Por ter ouvido de um membro familiar muito próximo em meio ao meu processo:

– Mas tantos anos de terapia!

E eu apenas e muito calmamente ter respondido:

- É, tem pessoas que na busca pelos anseios da alma passam por isto em um profundo trabalho em si e outros adquirem doenças e não sabem o porquê, tudo uma questão de escolha... Resposta esta que gerou um silêncio e que aproveitei para pedir pela limpeza de mais memórias compartilhadas. Sou grata a esse processo simples, porém nada fácil e a energia amorosa dos florais!

Um/a terapeuta é apenas um ser humano como outro qualquer, cuja essência é a mesma de todos e que na maioria das vezes escolheu este caminho exatamente por estar consciente de que há muito trabalho em si a fazer, também pode ter abraçado tal área terapêutica, porque há um anseio em sua alma, não de curar, pois sabemos que ninguém cura ninguém, porém ser um elo para o despertar do poder curativo que habita cada ser humano e o quanto é importante que se cuide bem de você!

 

Lena Rodriguez

www.cuidebemdevoce.com






Em: Florais On Line 


Tags: florais dr edward  memórias  florais on line  e-therapia  padrões emocionais  somatização  catarses  ho'oponopono   

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"Dentro das linhas que o mantém prisioneiro estão apenas suas ideias e crenças. Fora dessas linhas estão suas novas ideias." LIBERTE-SE !!! Dra. Hulda

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A Terapeuta


Lena Rodriguez Acredito em tratamentos não agressivos e que vá na - causa - do problema que se apresenta, que por prática e vivência aprendi a perceber,que só se dá em nossa mente... O que nos faz cem por cento responsáveis por TODOS e TUDO a nossa volta, em nosso mundo. Acredito também, em terapias que estejam aliadas a processos de despertar, para que possamos sair desse circulo vicioso que infringimos a nós mesmos e cessarmos com a auto crucificação... A auto aceitação é imprescindível, assim como ser muito gentil consigo mesmo. Aceitar-se, não quer dizer resignarmos, mas sim que, podemos não estar satisfeitos na vida, por uma razão ou outra, não importa... Porém, temos escolhas... A partir do auto cuidado, tive por ideal de vida ser um elo de auxílio para que outros pudessem sentir o mesmo bem estar físico, mental, emocional e espiritual... Resumindo; um estar de bem com a vida = paz interior. Paz que conseguimos ao libertar nossa mente de programas e registros subconscientes. Sou grata à existência, a tudo que pude ter acesso para desvelar o EU que Realmente Sou... Gratidão, igualmente a todos que confiaram e confiam em meu trabalho nesses mais de 20 anos. Bençãos a todos!

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PSICOTRÓPICOS - O MARKETING DA LOUCURA   (Vídeos) aqui: http://terapiafloralon-line.blogspot.com.br/2013/04/psicotropicos-psiquiatria-o-marketing.html

A Comissão dos Cidadãos para os Direitos Humanos (CCHR) é um serviço de vigilância da saúde mental sem fins lucrativos, responsável por ajudar a aprovar mais de 150 leis que protegem os indivíduos de práticas abusivas ou coercivas. A CCHR há muito tempo que luta para restabelecer a base inalienável dos direitos humanos no campo da saúde mental, incluindo mas não se limita a, consentimento informado pleno sobre a plena legitimidade médica do diagnóstico psiquiátrico, os riscos de tratamentos psiquiátricos, o direito a todas as alternativas médicas disponíveis e o direito a recusar qualquer tratamento considerado prejudicial...   http://www.cchr.pt/

 

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