Fonte  Mônica Griesi

O que é Terapia Floral?

A Terapia Floral é um modelo terapêutico (reconhecido e recomendado pela OMS/1976), que embasado em princípios da Física, admite a existência de campos eletromagnéticos ao redor de nosso corpo físico, também denominados corpos sutis. Neste sentido, considera que as moléculas bioquímicas que constituem nosso corpo são na verdade uma espécie de energia vibratória, sendo a matéria seu estado mais condensado.

Ela parte do princípio de que os padrões anormais de organização e crescimento celular seriam precedidos por perturbações nestes campos energéticos sutis e de que as doenças não seriam causadas apenas por germes, bactérias, substâncias químicas ou traumas físicos, mas também por padrões de disfunção crônica de energia mental e emocional.

Utilizando-se de essências vibracionais (extraídas das flores) e com o auxílio do terapeuta floral, este tratamento complementar visa a harmonização das emoções, pensamentos e sentimentos que possam estar gerando um mal estar físico/psíquico.

A Terapia Floral é um tratamento descoberto recentemente?

Não. Ela é um conhecimento milenar proveniente das antigas civilizações do Extremo Oriente, dos índios das Américas e dos aborígines da Austrália, sendo conhecida também em culturas como a dos egípcios, malaios e africanos, os quais já se utilizavam das flores para tratar os desequilíbrios emocionais.

Embora, o folclore europeu registre fatos que comprovem a energia curativa das flores desde a Idade Média, o dado mais preciso foi registrado no séc. XVI, quando Paracelsus, um grande curador da época, recolheu orvalho das flores para tratar os desequilíbrios emocionais de seus pacientes.

A Terapia Floral, no nível que se apresenta hoje, foi resgatada pelo médico inglês homeopata, Dr. Edward Bach, na década de 30, espalhando-se posteriormente para todos os continentes.

As essências florais são remédios?

Não. Elas podem ser vistas como extratos líquidos sutis ingeridos normalmente via oral. Embora se assemelhem a outros medicamentos apresentados em frascos de vidro âmbar com conta-gotas, os florais não agem devido a sua composição química, mas sim pelas energias vitais provenientes das plantas que estão contidas na matriz a base de água.

No seu preparo não utilizamos a parte química da planta, como na fitoterapia, mas somente a energia que ela contém. Neste sentido, assim como os remédios homeopáticos, elas têm uma natureza vibracional, sendo altamente diluídas sob o ponto de vista físico, mas altamente potencializadas quando se trata de energia sutil existente, incorporando o padrão energético de cada flor.

Portanto, o seu impacto final não é o resultado de alguma interação bioquímica direta na fisiologia do corpo, mas sim de uma atuação nos vários campos energéticos que circundam o ser humano, proporcionando um bem estar emocional, mental e físico.

Mas se elas não são remédios, como atuam?

Cada uma das essências florais atuará curando determinado quadro desarmonioso. A freqüência restauradora que delas provém percorre todos os meridianos e nadis, que são vias de energia sutil que interligam os órgãos aos centros emocionais energéticos (os pontos de acupuntura e os chackras) atingindo todos os corpos etéricos, desbloqueando e equilibrando todo o sistema.

Sendo assim, elas possibilitam uma harmonização de todo nosso campo bioenergético, atuando diretamente no sistema límbico (sede de nossas emoções) ou diretamente no hipotálamo (responsável pela regulação da atividade sexual, metabolismo da água, carboidratos e regulação do calor), fazendo com que haja uma aceleração da freqüência vibracional de determinadas partes que se encontram bloqueadas, ocorrendo, desta forma, uma modificação das informações energéticas correspondentes.

Desta forma, elas acabam por auxiliar também o indivíduo a trazer à consciência as atitudes que causam os problemas e, em seguida, ajudam-nos a fazer a mudança necessária para a cura.

Mas por que utilizar as flores e não a planta como um todo?

Segundo os conceitos da Terapia Floral, o potencial energético mais elevado e rico de uma planta está incorporado na flor, especialmente no seu pleno desabrochar, no auge de sua vivência, o qual entra em sintonia com os padrões desarmônicos do indivíduo restaurando o seu equilíbrio.

Os florais apresentam efeitos colaterais?

Embora os florais não sejam remédios no sentido alopático, o indivíduo pode ter reações causadas pela mobilização das energias nos meridianos e chakras. Por isso, não é recomendado a auto medicação, sem a ajuda de um profissional treinado, que adequará as essências para que o processo decorra de forma tranqüila.

Além disso, o terapeuta poderá auxiliar na interpretação mais profunda dos sintomas, levando em consideração o material inconsciente, condição esta que não ocorre na auto-análise, que permeará só o consciente.

A Terapia Floral substitui o tratamento médico e/ou psicológico?

Não. Ela é recomendada como um instrumento auxiliar, podendo ser utilizada concomitantemente com qualquer outro tipo de tratamento médico ou psicológico, não os substituindo.

Podemos considerar as essências florais como uma ferramenta útil na aceleração do processo de cura de patologias físicas e/ou psicológicas já instaladas e como um instrumento preventivo.

A Terapia Floral está associada a alguma religião ou crença?

Não, sua ação não depende de qualquer crença, fato este comprovado por pesquisas que têm demonstrado a eficácia deste tratamento na estabilização das emoções e, conseqüente fortalecimento do sistema imunológico. Experiências realizadas com plantas e animais têm descartado seu efeito placebo.

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Nesta abordagem terapêutica não trataremos das doenças orgânicas em si mesmas, mas sim do doente, interpretando e analisando a representação psíquica de seu mal estar a fim de corrigir os bloqueios energéticos e suas repercurssões sobre o seu bem estar. Ou seja, vamos diretamente nas causas visando sua erradicação e não apenas remediando as suas conseqüências.

“Não existe doenças, existem doentes.” Dr. Bach

Analisar o tipo de doença e sua localização no corpo físico pode nos dar importantes indícios sobre características da personalidade do indivíduo, bem como pistas sobre a forma como ele está lidando com sua realidade e emoções. Portanto, é somente a partir desta análise global que criamos condições para que a pessoa tenha consciência das verdadeiras razões que a conduziram ao adoecimento, propiciando-lhe uma maior estabilidade emocional, ponto este primordial para que ela ative de forma mais eficaz seus mecanismos internos de cura.

É dentro de uma filosofia humanista e integrativa, dando enfoque às características conscienciais, que técnicas complementares são utilizadas no intuito de corrigir-se os distúrbios bioenergéticos existentes, principais geradores das disfunções físicas e/ ou psicológicas, garantindo uma maximização do bem estar do indivíduo.

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CUIDE BEM DE VOCÊ - Terapia Floral On Line

Lena Rodriguez

Terapia Vibracional

www.cuidebemdevoce.com  

 

RADIESTESIA > Método de avaliação utilizado

Sabemos que todos os corpos emitem radiações na forma de ondas (vibrações) que nos rodeiam e estimulam o nosso sistema nervoso. Estas ondas podem ser identificadas e medidas através de instrumentos radiestésicos como a varinha, o pêndulo ou aurameter. Estes instrumentos radiestésicos funcionam como amplificador destas radiações.

O nome que damos a estes movimentos é “Ressonância”, a sintonia entre as radiações dos objetos ou anomalias e o nosso sistema neuromuscular. O objeto da pesquisa é o emissor, o cérebro funciona como receptor e o instrumento radiestésico atua amplificando estes sinais.

A Radiestesia irá analisar qualitativamente e quantitativamente as radiações que envolvem o ser humano e seu ambiente, procurando restabelecer o equilíbrio através de métodos simples e bem práticos.

Esta ciência é muito antiga e surgiu com a técnica da procura de poços d'água e de jazidas subterrâneas através da forquilha ou varinha.

A Radiestesia é uma prática que, se bem compreendida e aplicada, constitui um excelente meio de pesquisas prospectivas em todas as áreas do saber humano.