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Segundo Louise Hay, na linguagem corporal a somatização de problemas na Tireóide envolve uma série de padrões emocionais, tais como; humilhação. “Nunca consigo fazer o que quero. Quando chegará minha vez?”... Bócio que é um dos sintomas do hipertireoidismo, envolve ódio por ser oprimido. Sentimento de vítima, de frustração. Não realização. Basicamente no hipertiroidismo há um padrão de raiva por ter sido deixado de lado, enquanto que no Hipotiroidísmo há padrões subconscientes de vontade de desistir de tudo. Sente-se irremediavelmente sufocado.

A doença ou qualquer distúrbio é somente um sintoma, há necessidade de encararmos o que há por trás de tais sintomas. A procura por ajuda é um grande passo que podemos dar, embora seja algo importante o caminho é nos voltarmos para dentro, desejando ardentemente a cura que virá através de cada um de nós.

Uma Terapia Floral bem direcionada pode trazer a harmonia e o equilíbrio para que a pessoa se submeta  a uma profunda auto-reflexão durante a fase de efeito floral, de modo a permitir que a influência das essências florais no seu campo psicomental abra mais ainda a consciência , fazendo com que a ação da flor seja a mais fecunda e eficaz possível.

Há vários modos de se entender as doenças e suas causas. O desequilíbrio entre a consciência habitual e a alma, isto é, entre o si, que é o verdadeiro ser, e os seus veículos de expressão. A doença é, portanto, um dos efeitos inevitáveis do nosso estado de inconsciência, ou de limitação da nossa consciência habitual; mas, para quem sabe entender, ela também é útil, visto que revela os nossos erros e deficiências. A doença esconde uma mensagem que deve ser decifrada, já que, dependendo do órgão  ou da função atingidos, há um problema especifico, um conflito diferente, uma anomalia especifica que deve ser localizada.

E junto a um acompanhamento médico, recomenda-se que um tratamento com florais prolongado e constante, quanto mais crônico seja o problema em questão.

Portanto, cuide bem de você!

Lena Rodriguez

www.cuidebemdevoce.com

 

Tireóide: conheça melhor essa glândula essencial

A tireóide é uma importante glândula do nosso organismo e produz hormônios que têm como uma de suas principais funções regular o metabolismo. Quando ela não funciona adequadamente, pode levar a repercussões em todo o corpo em graus variáveis de severidade, desde sintomas que muitas vezes podem passar despercebidos até formas extremamente graves que podem trazer risco à vida.

Está localizada na parte anterior do pescoço e produz os hormônios T3 (tiiodotironina) e T4 (tiroxina), que atuam em todo o organismo, regulando o crescimento, a digestão e o metabolismo.

Quando a tireóide não está funcionando adequadamente, pode liberar hormônios em excesso (hipertireoidismo) ou em quantidade insuficiente (hipotireoidismo). De maneira geral, quando a glândula está em hiperfuncionamento ocorre uma aceleração do metabolismo em todo o organismo, podendo ocorrer agitação, diarréia, taquicardia, perda de peso, entre outros. Por outro lado, quando a glândula está em hipofuncionamento, pode ocorrer cansaço, fala arrastada, intestino preso, ganho de peso, etc.

Cerca de 10% das mulheres com idade acima de 40 anos e em torno de 20% das que têm acima de 60 anos manifestam algum problema na tireóide. Algumas estatísticas demonstram que uma em cada cinco mulheres que procuram o ginecologista para iniciar a terapia de reposição hormonal apresenta, na verdade, problemas tireoidianos.

É importante estar atento, porém, pois todas as pessoas, independentemente de sexo e idade, estão sujeitas a alterações nessa glândula.

HIPERTIREOIDISMO

O hipertireoidismo ou tireotoxicose é uma condição caracterizada pelo aumento da secreção dos hormônios da tireóide e pode originar-se de várias causas.

Em sua forma mais leve, o hipertireoidismo pode não apresentar sintomas facilmente reconhecíveis ou apenas mostrar sintomas inespecíficos, como sensação de desconforto e fraqueza. Mas o hipertireoidismo pode ser uma doença grave e séria e até mesmo colocar em risco a vida da pessoa.

A causa mais comum do hipertireoidismo é uma doença auto-imune (em que o próprio corpo produz anticorpos que "atacam" o órgão) chamada doença de graves.

Outras causas do hipertireoidismo incluem:

 

Bócio multinodular (aumento do volume da glândula, que leva à produção excessiva dos hormônios);

Tumores da glândula tireóide, da glândula pituitária, dos testículos ou dos ovários;

Inflamação da tireóide resultante de uma infecção viral ou de outra inflamação;

Ingestão de quantidades excessivas de hormônio tireóideo;

Ingestão excessiva de iodo.

Várias substâncias com altas concentrações de iodo, como comprimidos de alga, alguns expectorantes e amiodarona (medicação utilizada no tratamento de arritmias cardíacas), podem, ocasionalmente, causar hipertireoidismo.

Principais sintomas do hipertireoidismo

    Taquicardia

    Perda de apetite

    Perda considerável de peso

    Nervosismo, ansiedade e inquietação

    Intolerância ao calor

    Sudorese aumentada

    Fadiga e cãibras musculares

    Evacuações freqüentes

    Irregularidades menstruais

Outros sintomas que podem estar presentes são: bócio (papo), fraqueza, sede excessiva, aumento do lacrimejamento, dificuldade para dormir, pele fria e úmida, vermelhidão ou rubor da pele, pele anormalmente escura ou clara, queda de cabelo, descamação e rápido crescimento das unhas, náuseas e vômitos, atrofia muscular, tremor nas mãos, diarréia, pressão sanguínea alta, dor nos ossos, protusão dos olhos (exoftalmia), visão dupla, aumento da probabilidade de aborto, entre outros.

Entre os principais problemas do hipertireoidismo estão as complicações cardíacas, incluindo taquicardia, insuficiência cardíaca e arritmia. A crise de tireóide ou "tempestade" da tireóide é uma exacerbação aguda dos sintomas do hipertireoidismo, que podem ocorrer devido a infecções ou estresse. Pode ocorrer ainda febre, diminuição do estado de alerta e dor abdominal, necessitando nesses casos de hospitalização.

 

HIPOTIREOIDISMO

No hipotireoidismo ocorre a deficiência dos hormônios da tireóide, que pode potencialmente afetar o funcionamento de todo o corpo. A taxa de funcionamento normal do corpo diminui, causando lentidão mental e física. Os principais fatores de risco são idade superior a 50 anos, sexo feminino, obesidade, cirurgia de retirada da tireóide e exposição prolongada a radiação.

O grau de severidade pode variar de leve, apresentando um quadro de depressão em que o diagnóstico de hipotireoidismo pode passar despercebido, até a forma mais grave, denominada mixedema, caracterizada pelo inchaço de todo o corpo e que constitui uma emergência médica.

As causas mais comuns de hipotireoidismo são: doença de Hashimoto (uma doença auto-imune), tratamento do hipertireoidismo com iodo radiativo, retirada cirúrgica da tireóide para tratar hipertireoidismo ou tumor, uso prévio de medicamentos antitireóideos, pós-parto (transitório em 60% a 70% dos casos), uso de certos medicamentos, como lítio, amiodarona, iodeto e interferon alfa, deficiência na regulação da glândula, inflamação da tireóide, deficiência de iodo (substância importante para a produção dos hormônios tireoidianos) e resistência generalizada ao hormônio tireóideo.

Principais sintomas do hipotireoidismo

    Fraqueza e cansaço

    Intolerância ao frio

    Intestino preso

    Ganho excessivo de peso

    Depressão

    Dor muscular e nas articulações

    Unhas finas e quebradiças

    Enfraquecimento do cabelo

    Palidez

Entre os outros sintomas que podem aparecer mais tardiamente estão fala lenta, pele ressecada e espessada, inchaço de mãos, pés e face, diminuição do paladar e olfato, rouquidão e menstruação irregular.

A complicação mais grave do hipotireoidismo é o mixedema, que pode levar ao coma, mas que felizmente é raro. Ele pode ser causado por infecções, exposição ao frio, certos tipos de medicamento e outras doenças. No coma pelo mixedema ocorre alteração do comportamento, diminuição da respiração, queda da pressão sanguínea, do açúcar no sangue e da temperatura. Doenças cardíacas, infecções, infertilidade e abortamento também podem ocorrer como complicações do hipotireoidismo.

Texto adaptado de