No diálogo consigo mesma, ela nos leva a resposta e perguntas e a perguntas e respostas... reflexões metamorfósicas. É o casulo, o princípio da borboleta, mas jamais será borboleta. Ser borboleta exige condições de vôo. Exige a constatação de que “A viagem interna traz em si uma cura, onde o conhecimento espreita a relação humana...” Iran F. Freitas
Através desse trabalho seja um educa(dor) de sua mente