É a mente e não nossos olhos que interpreta o que vemos e sentimos...
janeiro 19, 2012
“... Uma das mudanças necessárias em minha maneira de pensar ao longo do caminho para a experiência final foi a aceitação da idéia de que a mente projeta tudo, observa sua própria projeção de um ponto de vista diferente e aparentemente separado, e então interpreta essa percepção como um fato externo. O corpo, ele mesmo uma idéia de separação, existia apenas na mente como uma maneira de experimentar a separação!
Toda a minha a vida, eu presumi que meus olhos viam o mundo, meu corpo o sentia, e meu cérebro o interpretava. O Livro de Exercícios estava me ajudando a compreender que era tolo pensar que os olhos do corpo realmente podiam ver, ou que o cérebro podia pensar ou interpretar qualquer coisa.
A mente dizia ao meu corpo o que ver e sentir, e como interpretar o que eu estava vendo e sentindo. O corpo era simplesmente um truque, um artifício dentro da mente do ego, que estava projetado para me convencer de que minha vida no mundo era a verdade.
O Livro de Exercícios não apenas me ensinou o oposto da ciência newtoniana, mas também me deu a experiência de aceitar a interpretação do Espírito Santo para tudo, facilitando, portanto, o começo do fim do meu ego...” (O Desaparecimento do Universo, pg. 155/6)
Toda a minha a vida, eu presumi que meus olhos viam o mundo, meu corpo o sentia, e meu cérebro o interpretava. O Livro de Exercícios estava me ajudando a compreender que era tolo pensar que os olhos do corpo realmente podiam ver, ou que o cérebro podia pensar ou interpretar qualquer coisa.
A mente dizia ao meu corpo o que ver e sentir, e como interpretar o que eu estava vendo e sentindo. O corpo era simplesmente um truque, um artifício dentro da mente do ego, que estava projetado para me convencer de que minha vida no mundo era a verdade.
O Livro de Exercícios não apenas me ensinou o oposto da ciência newtoniana, mas também me deu a experiência de aceitar a interpretação do Espírito Santo para tudo, facilitando, portanto, o começo do fim do meu ego...” (O Desaparecimento do Universo, pg. 155/6)
A proposta dos florais é nos capacitar a religação com o Eu Superior e a entrega a esse Poder, promovendo o entendimento de nossa origem espiritual, trazendo de volta a lembrança de nossa inocência divina e original, possibilitando-nos a vivência de quem somos de fato, através de Seus atributos, impregnadas nessas gotas de Seu puro Amor...
www.cuidebemdevoce.com
Postado por Lena Rodriguez. Postado em: Terapias Alternativas









“O poder da borboleta é oriundo do ar. É a mente e a capacidade de conhecê-la e muda-la. É a arte da transformação.
Acredito em tratamentos não agressivos e que vá na causa real do problema que se apresenta... Juntamente com processos de despertar, especialmente o dar-se conta de que somos 100% responsáveis por tudo a nossa volta, em nosso mundo. Algo precioso que aprendi foi a auto aceitação. Aceitar-se não quer dizer que precisamos carregar em nossa bagagem mais culpas, mas sim que – estamos assim - porém, temos escolhas.
A partir do auto cuidado e vivência tive por ideal de vida ser um elo de auxílio para que outros pudessem sentir o mesmo bem estar físico, mental, emocional e espiritual, resumindo um estar de bem com a vida - paz interior. Paz que conseguimos ao libertar nossa mente de programas e registros subconscientes.
Sou grata à existência, a tudo que pude ter acesso para “descobrir” o EU que realmente sou e a todos que confiaram e confiam em meu trabalho. Gratidão!







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