Câncer de mama e vinagre de maçã vivo

INFORMAÇÕES UTEIS

 

CANCER NAS MAMAS: pesquisas demonstram os processos de calcificações como a causa  principal desse mal que aflige milhares de mulheres e homens pelo mundo. Principalmente em regiões onde a água consumida é rica em sais carbonatados, a base de cálcio.

No inicio da década de 1940, o famoso médico norte-americano, Dr. Jarvis, em seu livro: “o guia médico vermontes para a boa saúde”, relata em suas incansáveis experiências de como pequenas dosagens diárias de vinagre de maçã vivo misturado com água e mel em um copo com água, tem o poder de dissolver em pouco tempo os depósitos mortais à base de cálcio que são, segundo suas experiências, a causa principal da maioria das doenças, inclusive o câncer e, tais conhecimentos já faziam parte do modo de vida dos antigos camponeses vermonteses americanos que fazem uso de vinagre de maçã há muitas gerações com resultados surpreendentes.

O corpo humano esta sujeito durante toda a vida a sofrer do processo de calcificação, devido a alimentação e ao consumo de água.

Este processo é também chamado de esclerose (do latim: scleros-endurecimento). Com o tempo esses continuo processo de endurecimento provoca a necrose da área atingida, caracterizando então a doença. 

Vinagre de maçã vivo tem a faculdade de dissolver e purificar o sangue que é o veículo dessa continua deposição de cristais de cálcio, pois, tudo o que chega até a célula vem através do sangue.

 

O estudo abaixo aponta a incidência desses depósitos de cálcio como causadores do câncer de mama. 

MATERIAIS E MÉTODOS

Foi realizado um estudo retrospectivo, no período de agosto de 1999 a novembro de 2001, que selecionou 4.968 laudos mamográficos consecutivos que seguiram a padronização BI-RADS™, adotada como modelo do consenso para laudo mamográfico pelo Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR) desde 1998.

Todos os exames selecionados foram realizados no Centro de Mamografia do HSVP, portador de certificação de qualidade em mamografia pelo CBR, em incidências padrões (craniocaudais e médio-laterais-oblíquas) e incidências complementares sempre que necessárias. As mamografias foram interpretadas por radiologistas membros do CBR, com qualificação para laudo mamográfico. Os exames foram efetuados em aparelho Siemens Mammomat 300, e realizados por técnicos habilitados.

Os achados mamográficos foram subdivididos em:

• Classe I - achados mamográficos negativos: mamografia normal (Figura 1).






• Classe II - achados mamográficos benignos: calcificações vasculares, calcificações cutâneas, calcificações com centro lucente, fibroadenoma calcificado (Figura 2), cisto oleoso (esteatonecrose), calcificações de doença secretória ("plasma cell mastitis"), calcificações redondas (acima de 1 mm), calcificações tipo "milk of calcium", fios de sutura calcificados, linfonodo intramamário.


 

• Classe III - achados mamográficos provavelmente benignos: nódulo de densidade baixa, contorno regular, limites definidos e dimensões não muito grandes (Figura 3), calcificações monomórficas e isodensas sem configurar grupamento com características de malignidade.

 

 

 

• Classe IV - achados mamográficos suspeitos: nódulo de contorno bocelado (Figura 4) ou irregular e limites pouco definidos, microcalcificações com pleomorfismo incipiente, densidade assimétrica, algumas lesões espiculadas.

 








• Classe V - achados mamográficos altamente suspeitos: nódulo denso e espiculado (Figura 5), microcalcificações pleomórficas agrupadas, microcalcificações pleomórficas seguindo trajeto ductal, ramificadas, tipo letra chinesa(3).