ESSÊNCIAS-MUSICAIS DE BACH

 

 

01.  A ALEGRIA MAÇONICA – W. A. Mozart – refª.: 93.66

 

Vejam, como sob o olhar atento do observador, a natureza revela pouco a pouco sua face; com uma grande sabedoria preenche a mente e o coração de virtudes... essa é a verdadeira felicidade.

 

 02.  A ARTE DA FUGA – J. S. Bach – refª.: 67.33

 

Manual abstrato de voo livre da alma; resolução e arte para “escapar” da roda de sofrimentos das vidas terrenas; “fuga” como “retorno” ao mundo celestial; vislumbre místico da música das esferas, da arquitetura do mundo e da harmonia universal.

 

03.  A CATEDRAL SUBMERSA – C. Debussy – refª.: 237.6

 

Auxiliar terapeutico no trabalho de regressão de memória; afluxo de lembranças e recordações de épocas antigas e reinos longínquos.

 

04.  A CRIAÇÃO – F. J. Haych – refª.: 83.6

 

Efeito profundamente terapeutico; despertar de uma alegria serena; criatividade artística sob o império das forças da Luz; otimismo; frescor e vitalidade.

 

05.  A DANÇA DOS ESPIRITOS BEM-AVENTURADOS – C. V. Gluck – refª.: 76.1

 

Sentimentos altruístas que brotam da alma e inundam o coração de caridade e amor; vontade jenuina de ser bom, de perdoar e de ajudar o próximo.

 

06.  A ESTRELA DE BELÉM – J. G. Rheinberger – refª.: 186.3

 

Sentimento de humilhação e ferimento moral; restaurando traumas mediante a energia do amor; perdoando a si mesmo e aos outros.

 

07.  A FLAUTA MÁGICA – W. A. Mozart – refª.: 93.20

 

Consagração e redenção espiritual da mulher e do feminino; iluminação e elevação do homem e do masculino; vitória da luz (sabedoria) sobre a escuridão (ignorância).

 

08.  A FONTE DE ARETUSA – K. Szymanowski – refª.: 275.1

 

Dificuldades de se relacionar com o sexo oposto; valorização excessiva da vida solitária e da liberdade individual; inadaptabilidade à vida conjugal.

 

09.  A INFANCIA DE CRISTO – H. Berlioz – refª.: 121.4

 

Pais que são indiferentes ou não teem carinho ou abusam dos próprios filhos; falta de percepção e de compreensão da pureza e inocência das crianças.

 

10.  A POMBA DO BOSQUE – A. Dvorák – refª.: 192.6

 

Paz que brota do fundo da alma; calma e serenidade; submissão das forças instintivas em impulsos nobres e santificados; conciliação e apaziguamento.

 

11.  A ROSEIRA RECEM FLORIDA – G. Dufay – refª.: 12.1

 

Abrir corajosamente o “peito” para a vida; dar uma guinada na direção do bom, do belo e do perfeito; coragem para buscar a própria felicidade; sem medo do futuro e de sofrer.

 

 

12.  A TI, CRIADOR DO INCOMENSURÁVEL UNIVERSO – W. A. Mozart – refª.: 93.72

 

Amai-vos uns aos outros, e aos vossos irmãos... Estendei-vos a mão fraterna da eterna amizade... Despojai-vos das dissimulações sectárias que encobrem a humanidade!

 

13.  A TI, OH! SOL, ALMA DO UNIVERSO! – W. A. Mozart – refª.: 93.69

 

A Ti, oh! Sol, alma do universo!... A Ti agradecemos com alegria, tudo que a generosa natureza distribui, pois desperta cada estímulo, e tudo salta, festeja e ri, nos abençoados campos.

 

14.  ABENÇOADO É O HOMEM QUE RESISTE À TENTAÇÃO – J. S. Bach – refª.: 67.38

 

Abençoado é o homem que resiste à tentação com paciência, porque, uma vez superada a prova, receberá a coroa da vida.

 

15.  ABERTURA & PRELÚDIO AO ATO l DOS MESTRES CANTORES – R. Wgner – refª.: 134.1

 

A verdade vencendo a impostura; vitória do conteúdo sobre a aparência e a ostentação.

 

16.  ABERTURA DE “GUILHERME TELL” – G. A. Rissini – refª.: 114.1

 

Ativação e estimulação do corpo físico, principalmente quando há tendências à estagnação e ao sedentarismo; dinamismo e vitalidade.

 

17.  ABERTURA DE “POETA E CAMPONÊS – F. Suppé – refª.: 144.1

 

Admoestação para que a alma se torne piedosa; aquebrantamento do coração desviado da senda do amor; conversão mística; sensibilização da alma.

 

18.  ABERTURA “FIDÉLIO” – L. Beethoven – refª.: 101.11

 

Amor virtuoso e elevação moral e espiritual capaz de sustentar a fidelidade conjugal; sinceridade, riqueza e intensidade na expressão da paixão humana.

 

19.  ABRE SENHOR, OS OLHOS MEUS – C. H. F. Scott – refª.: 193.1

 

Abre, Senhor, os olhos meus. Dá-me o poder de me libertar. E de servir e amar Jesus... Mostra-me, pois, o Teu querer.

 

20.  ACALANTO – J. Brahms – refª.: 169.12

 

Tranqüilidade ao adormecer, sono calmo e reconfortante; harmonização e serenidade das mulheres e do feto durante a gestação; calma; paciência; tolerância; satisfação; bem-estar interno.

 

21.  ADÁGIO CANONICO EM FÁ MAIOR – W. A. Mozart – refª.: 93.67

 

Tolerância, compreensão e camaradagem; oposição a todas as formas de ódio, vingança, sectarismo e racismo; fraternidade e sabedoria como lemas de vida.

 

 22.  ADÁGIO E RONDÓ EM DÓ MENOR/MAIOR – W. A. Mozart – refª.: 93.77

 

Deficiencia em algum órgão sensorial compensada ou servindo de fator amplificador de uma extrema habilidade criativa ou virtuosismo centrado em outro órgão.

 

23.  ADÁGIO EM SOL MENOR – T. G. Albinoni – refª.: 58.1

 

Senso de responsabilidade e de cuidado com o corpo físico em situações de abuso; revelação de imagens que fazem mensagens simbólicas acerca das necessidades e dificuldades do corpo.

 

24.  ADÁGIO PARA VIOLONCELO E ORQUESTRA “KOL NIDREI” – M. Bruch – refª.: 182.1

 

Anulação ou arrependimento de promessas, votos ou juramentos feitos sinceramente a Deus ou a uma determinada pessoa mas que não puderam ser cumpridos.

 

25.  AH! DEUS, QUANTA DOR EM MEU CORAÇÃO – J. S. Bach – refª.: 67.39

 

Ah! Deus, quanta dor em meu coração encontro neste momento... Paciência apenas, paciência, meu coração.

 

26.  AMAR-TE-EI SEMPRE MAIS – G. Mahler – refª.: 234.7

 

Se me amas pela beleza, oh! Então não me ames! Ama o sol que tem cabelo dourado!... Se amas pelo amor, oh! Então sim, ama-me, ama-me sempre, amar-te-ei sempre mais.

 

27.  AMOR NO LAR – J. H. Mcnaughton – refª.: 159.1

 

Tudo é belo em derredor... com amor no lar... Toda mágoa e dor desfaz... Ódio e mal não pode haver... Meu Jesus, que eu seja Teu...Dá-me amor no lar.

 

28.  ANDANTE CANTABILE DO QUATETO DE CORDAS Nº 1 EM RÉ MAIOR – P. I. Tchaikovsky – refª.: 190.15

 

Catarse de sentimentos reprimidos; meditação serena sobre as próprias ações pelo prisma da bondade e da caridade.

 

29.  APROXIME-SE, DOCE NOITE – J. Wibye – refª.: 37.1

 

Aproxime-se doce noite, amiga daqueles, ansiosos, que nascem da dor da melancolia; minha vida tão dolorosa procura passagens que confortam.

 

30.  ARREPENDIMENTO – G. Gounod – refª.: 140.3

 

Ah! Não rejeites minha alma pecadora; Ouve meus lamentos e vê meu arrependimento. Apressa-te em acorrer a meu socorro, Senhor, e tem piedade de minha angustia.

 

31.  AS BEATITUDES – C. Franck – refª.: 147.9

 

Bem-aventurados os humildes de espírito... os que choram... os mansos... os que teem fome e sede de justiça... os misericordiosos... os limpos de coração... os pacificadores... os que são perseguidos...

 

32.  AS 4 ESTAÇÕES – A. Vivaldi– refª.: 61.1

 

Aprendizado espiritual associado aos ciclos da vida; sincronização com os ritmos naturais e cósmicos; gratidão e satisfação com cada fase ou estação da vida.

 

33.  AS RUINAS DE ATENAS – L. Beethoven – refª.: 101.33

 

Trabalho psicológico de resolução do passado em busca de preciosas metáforas curativas; terapia de regressão temporal; mergulho nas profundezas do inconsciente.

 

34.  AS SETE ÚLTIMAS PALAVRAS DE CRISTO NA CRUZ – F. J.  Haych – refª.: 83.7

 

Segredos sonoros para a última hora de todos os homens; mergulho abstrato nos mistérios do nascimento e da morte; fé e esperança na ressurreição e na vida eterna.

 

35.  AVE MARIA – F. Schubert – refª.: 117.6

 

Ascensão devocional da alma na direção dos anjos; pureza de sentimentos e pensamentos; despertar da religiosidade e conversão espiritual; estado de seriedade e de tranqüilidade interior.

 

36.  BALADA No 1 EM SOL MENOR – F. F. Chopin – refª.: 128.6

 

Extrema sensibilidade e desproteção perigosa dos contornos da aura; vontade inigualável de viver confrontada com obstáculos intransponíveis.

 

37.  BRILHANDO, BRILHANDO – E. O. Excell – refª.: 216.2

 

Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.

 

38.  CANÇÃO LIBANESA PARA A NOIVA NO CASAMENTO – S. A. Degtiariov – refª.: 98.1:

 

Vem comigo... ó minha esposa... Enlevaste-me o coração... Que belos são os teus amores... Favos de mel manam dos teus lábios, minha esposa! És a fonte dos jardins, poço das águas vivas (Cânticos 4: 8-16).

 

39.  CANTA, MINHA LÍNGUA – J. Desprez – refª.: 13.4

 

Prudência e sabedoria no falar e na comunicação; a língua como instrumento inspirado de propagação do bem; desbloqueio do chakra da garganta.

 

40.  CANTAI AO SENHOR UM CÂNTICO NOVO – J. S. Bach – refª.: 67.1

 

Uma promessa de vida nova; uma decisão em direção ao amor; coragem moral e força espiritual para renascer, renovar e restaurar.

 

41.  CAPRICHO ÁRABE – F. Tárrega – refª.: 219.1

 

Dificuldades de estabelecer “contato” físico com o outro; aversão ao “toque”, ao carinho físico e ao afeto intimista; vivendo em uma “bolha” de isolamento, sem querer compartilhar.

 

42. CASTELO FORTE É NOSSO DEUS – M. Lutero – refª.: 15.1

 

 Jeová castelo forte é, o Deus leal e protetor; e se vacila nossa fé, poder nos dá em Seu amor; destrói o perspicaz ardil de satanás... O Pai por Cristo força traz, e assim nos vem a proteção.

 

43.  CONCERTO DE BRANDENBURGO No 3 EM SOL MAIOR – J. S. Bach – refª.: 67.28

 

Buscando o cerne da razão de viver; fogo flamejante que consome as impurezas da alma; vontade pessoal como a geratriz das atitudes e realizações.

44. CONCERTO No 21 PARA PIANO E ORQUESTRA EM DÓ MAIOR “ELVIRA MADIGAN” – W. A. Mozart – refª: 93.6

Liberação das fantasias e da imaginação criativa; estimulação do afluxo de imagens interiores e dos devaneios; energia e inspiração no trabalho, nos relacionamentos e no lazer.

45. CONCERTO PARA 2 VIOLINOS E ORQUESTRA EM RÉ MENOR – J. S. Bach – refª.: 67.24

Restauração de uma amizade com base em premissas espirituais; exaltando a afinidade emocional para aplacar a competição ou a desavença; diálogo harmonizador.

 

46. CONCERTO PARA 2 VIOLINOS EM LÁ MENOR – A. Vivaldi – refª.: 61.12

Efeito negativo de um sobre o outro em um relacionamento; tendência a compartilhar apenas os aspectos

inferiores; quando um está bem o outro fica mal.

 

47. CONCERTO PARA 4 VIOLINOS EM RÉ MAIOR – A. Vivaldi – refª.: 61.16


Equilíbrio, estabilidade e harmonia em uma família de quatro componentes ou em uma associação,

residência ou local de trabalho onde coexistem 4 pessoas de índoles bem diferentes e conflitantes.

 

48. CONCERTO PARA 2 ÓRGÃOS – P. A. Soler – refª.: 82.1

 

Incapacidade de ver a necessidade e os direitos dos outros; ambição desmesurada; avareza; mesquinhez; ganância; apego ao dinheiro.

 

49. CONCERTO PARA PIANO E ORQUESTRA No 2 EM DÓ MENOR – S. Rachmaninov – refª.: 263.14

 

Depressão causada por um revés muito forte; frustração afetiva ou amorosa; pessoa apaixonada cujo amor não é correspondido.

 

50. CONCERTO PARA PIANO No 17 EM SOL MAIOR – W. A. Mozart – refª.: 93.59

 

Dificuldades de lidar com mudanças abruptas; incapacidade de adaptação a novas situações

psicológicas ou sociais.

 

51. CONCERTO PARA VIOLINO EM LÁ MENOR - A. Vivaldi – refª.: 61.5

 

Falta de respeito consigo próprio; abuso da saúde mental e contra o próprio corpo físico; tendência

inconscientemente autodestrutiva.

 

52. CONCERTO PARA VIOLINO, VIOLONCELO E ORQUESTRA EM LÁ MENOR – J. Brahms – refª.: 169.3

 

Relacionamento a dois, caracterizado pelos mais complexos e contraditórios sentimentos, seja no âmbito afetivo, familiar, profissional ou terapêutico.

 

53. CONCERTO PARA VIOLONCELO E CORDAS – C. P. E. Bach – refª.: 75.3

 

Fixação mental em um único assunto; monomania religiosa; fanatismo político ou religioso; abertura de novos horizontes.

 

54. CONCERTO PARA VIOLONCELO EM RÉ MAIOR – L. Boccherini – refª.: 85.2

 

Sente prazer diante do conflito alheio; índole cáustica e amargurada; caráter dissimulado, traiçoeiro e perigoso.

 

55. CONSOLAÇÃO - A. J. Showalter – refª.: 231.1

 

Que consolação tem meu coração, descansando no poder de Deus! Sigo com prazer neste meu viver, descansando no poder de Deus... Não terei temor, onde quer que for, Descansando no poder de Deus.

 

56. COPÉLIA, A MOÇA COM OLHOS DE ESMALTE – L. Delibes – refª.: 176.1

 

Fetiche sentimental do adolescente; encantamento leviano e perigoso da alma com algum objeto de

adoração; amadurecimento psicológico juvenil.

 

57. CRIADOR DA LUZ – T. Campion – refª.: 33.1

 

Criador da Luz, faça reviver meu espírito moribundo; salve-o das armadilhas da noite que a todos confundem; Senhor, esclareça-me sobre Teu caminho abençoado.

 

58. CRUCIFIXO – A. Lotti – refª.: 55.1

 

Oh! Meu crucifixo! Quando caio me levanta; quando choro me consola; quando sofro me anima; quando tremo me acalma. Oh! Meu crucifixo! É a luz que me alumia; o sol que me aquece.

 

59. DANÇA DAS LEGIÕES DE DAVID – R. Schumann – refª.: 129.9

 

Aprisionamento neurótico em um mundo só seu; autismo; isolamento doentio em si mesmo; falsa auto-suficiência; autonomia excessiva e patológica.

 

60. DANÇA DO SABRE DE “GAYANE” - A. Katchaturian – refª.: 284.1


Excitante e estimulante do corpo físico; induz atitudes e movimentos; letargia; estagnação; paralisia; ostracismo; indolência.

 

61. DANÇAS SAGRADAS E PROFANAS – C. Debussy – refª.: 237.2

 

Confiança na bondade fundamental da vida; bom humor e espirituosidade; gratidão genuína e capacidade de festejar a vida.

 

62. DANÚBIO AZUL – J. Strauss-II – refª.: 154.1

 

Vontade e alegria de viver; fertilidade; germinabilidade; vitalidade; dinamismo; entusiasmo; alegria; contentamento; fervor; gana; liberdade; poder; capacidade.

 

63. DAS PROFUNDEZAS CLAMO A TI, OH! SENHOR! - O. Gibbons – refª.: 39.3:

 

Das profundezas clamo a Ti, Senhor; Senhor, ouve a minha voz! Estejam teus ouvidos atentos à voz da

minha súplica... Consola minha alma em tua palavra; minha alma tem esperança no Senhor... (Salmo 129).

 

64. DEIXA A LUZ DO CÉU ENTRAR – C. H. Gabriel – refª.: 226.2

 

Que alegria andar no brilho dessa Luz! Vida eterna e paz no coração produz! Oh, aceita agora o Salvador Jesus! Deixa a Luz do céu entrar.

 

65. DEUS CUIDARÁ DE TI – W. S. Martin – refª.: 236.1

 

Aflito e triste coração, Deus cuidará de ti; Por ti opera a Sua mão; Deus cuidará de ti... Na dor cruel, na provação, Deus cuidará de ti; Socorro dá e proteção; Deus cuidará de ti.

 

66. DEUS, OUVE A MINHA VOZ – A. Dvorák – refª.: 192.9:

 

Deus, ouve a minha voz, vem me atender... Vem socorrer-me que estou a chorar. Um temor me assalta e faz tremer o meu coração. A morte causa-me terror... Salva-me, ó Deus... (Salmo 55).

 

67. DIÁLOGO A TRÊS PARA VIOLINO, CLARINETE E PIANO – M. F. Blasius – refª.: 94.1

 

Equilíbrio, estabilidade e harmonia em uma família de três componentes ou em uma associação, residência ou local de trabalho onde coexistem 3 pessoas de índoles bem diferentes e conflitantes.

 

68. DIZ, SENHOR – G. Bennard – refª.: 266.2

 

Diz Senhor! Diz, Senhor, o que devo eu aqui fazer. Diz, Senhor! Eis-me aqui, eu irei responder... O Senhor te chama com ternura; Ouve Sua voz a suplicar. Vem a Ele unir-te no serviço, Sim, buscando alma para salvar.

 

69. DOCE MÃE DO REDENTOR – T. L. Victoria – refª.: 26.10

 

Padrão arquetípico do feminino sagrado; modelo de mãe e de mulher; maternidade espiritualizada; gratidão e felicidade por gerar, criar, nutrir e propagar a vida.

 

70. DOCES SONHOS – P. I. Tchaikovsky – refª.: 190.6

 

Sono agitado das crianças; dificuldades de iniciar o sono; insônia; bruxismo; pesadelos; medo de assombração; medo do escuro e da noite.

 

71. DON GIOVANNI – W. A. Mozart – refª.: 93.50

 

Decisão arraigada no coração de que jamais poderá sofrer; devassidão, voluptuosidade perversa, imoralidade e cinismo instalados em níveis profundos da alma.

 

72. DOS TEMPOS DE HOLBERG – E. Grieg – refª.: 196.3

 

Aflorar de recordações vitais para a saúde e vitalidade da psique; despertar de memórias depositadas nas profundezas do inconsciente.

 

73. DUETO PARA VIOLA E VIOLONCELO EM MI BEMOL MAIOR – L. Beethoven – refª.: 101.54

 

Diálogo sincero e necessário entre o homem e a mulher no casamento; comunicação fluida entre duas pessoas afetivamente ligadas.

 

74. EM TODAS AS MINHAS AÇÕES – J. S. Bach – refª.: 67.42

 

Em todas as minhas ações me deixo guiar pelo Ser Supremo que conhece tudo e que tudo lhe pertence... Ele governa meus problemas segundo sua vontade... Ele cuidará de mim.

 

75. ENTRELACEMOS NOSSAS MÃOS – W. A. Mozart – refª.: 93.73

 

Deixai que nossas mãos formem uma Cadeia, irmãos, e encerremos nossos trabalhos, com a alma plena de júbilo. Esta Cadeia abrange e circunda... todo o globo terrestre.

 

76. ESTE LUGAR FOI FEITO POR DEUS - A. Bruckner – refª.: 153.3

 

Benção, proteção e consagração espiritual de um determinado lugar; purificação e harmonização de ambientes; aumento do padrão vibratório, pacificação e concórdia.

 

77. ESTRELAS E BARRAS PARA SEMPRE – J. P. Sousa – refª.: 221.1

 

Liberação e expressão da raiva reprimida; estimulante da energia vital; estados de estresse e cansaço; apatia; fraqueza; indolência; desânimo.

 

78. EU CLAMO POR TI, SENHOR JESUS CRISTO – J. S. Bach – refª.: 67.72

 

Eu clamo por Ti, Senhor Jesus Cristo, Te suplico, escuta meu lamento, dê-me tua graça neste momento,

não deixes que eu me desespere.

 

79. EXSULTATE, JUBILATE – W. A. Mozart – refª.: 93.23

 

Cantai ao Senhor um cântico novo, porque fez maravilhas; a sua destra e o seu braço santo lhe alcançaram a salvação. Exultai no Senhor toda a terra. Exclamai e alegrai-vos de prazer... (Salmo 98).

 

80. FELIZ O HOMEM QUE TEME O SENHOR – C. Monteverdi – refª.: 34.8

 

Feliz o homem que teme o Senhor, e põe o seu prazer em observar os seus mandamentos... Nada jamais o há de abalar... Não temerá notícias funestas, porque seu coração está firme e confiante no Senhor... (Salmo 111).

 

90. GLÓRIA EM RÉ MAIOR - A. Vivaldi – refª.: 61.35

 

Um tapete de sons gloriosos que criam um caminho ascendente e seguro para a alma galgar altitudes inspiradoras; evocação de experiências culminantes em expressões de amor.

 

91. IMPORTA RENASCER – G. C. Stebbins – refª.: 203.3

 

Vós, filhos do mundo, escutai ao Senhor, que sempre vos chama com mui terno amor. Ouvi que o Senhor nunca cessa em dizer: importa renascer!

 

92. INTRODUÇÃO E RONDÓ CAPRICHOSO – C. Saint-Saëns – refª.: 174.4

 

Opinião contundente; expressando a verdade dos sentimentos internos; franqueza emocional; coragem para nunca falsear a verdade.

 

93. JESUS ALEGRIA DOS HOMENS – J. S. Bach – refª.: 67.8

 

Cantarei os milagres de Jesus e meus lábios O louvará, por seu pacto de amor dará a carne fraca, a boca terrena, através da chama sagrada, a sua força... não quero Jesus fora do meu coração e da minha vista.

 

94. LA TRAVIATA – G. Verdi – refª.: 135.1

 

Elevação da paixão amorosa acima de preconceitos, tradições, regras e tabus; sacrifício heróico do amor; amor entre duas pessoas na sua mais alta dimensão de sinceridade e santidade.

 

95. LÁGRIMAS DE SÃO PEDRO – O. Lassus – refª.: 23.2

 

Arrependimento sincero por uma traição cometida; catálise de choro que lava e liberta a alma; angústia e remorso de caráter espiritual.

 

96. LAVA-ME COMPLETAMENTE – S. S. Wesley – refª.: 130.1

 

Lava-me completamente da minha iniqüidade, e purifica-me do meu pecado. Porque eu conheço as transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim (Salmo 51).

 

97. MAGNIFICAT EM RÉ MAIOR – J. S. Bach – refª.: 67.9

 

Aceitação espiritual do princípio feminino; glorificação da gestação; receptividade, alegria e regozijo ao saber que vai ser mãe; amor maternal.

 

98. MAIS PERTO QUERO ESTAR – L. Mason – refª.: 113.1

 

Andando triste aqui, na solidão, paz e descanso a mim Teus braços dão; minh’alma cantará a Ti, Senhor... Mais perto quero estar, de Ti, Senhor.

 

99. MANSO E SUAVE – W. L. Thompson – refª.: 207.1

 

Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas (Mateus 11: 28-30).

 

100. MARCHA ALEGRE – E. Chabrier – refª.: 194.1:

 

Necessidade de controlar tudo e todos; confiança excessiva na aparência das coisas; perspectiva materialista da realidade; estreiteza de visão; rigidez de princípios.

101. MARCHA TRIUNFAL DE AÍDA – G. Verdi – refª.: 135.3

 

Estimulante da energia vital; catalisação da vontade, energia e poder; coragem, confiança e impulso na busca da vitória; purificação emocional e leveza corporal.

 

102. MEDITAÇÃO DE “THAÏS” – J. Massenet – refª.: 195.1

 

Meditação centrada na esfera do amor; preparação espiritual para o casamento; determinação e promessa de união e fidelidade; alegria e dedicação ao companheiro.

 

103.  MEU FIM É MEU COMEÇO – G. Machaut – refª.: 11.3

 

Fazendo do fim a oportunidade para um grandioso recomeço; maestria para entrar e para sair de uma dada situação embaraçosa e complexa.

 

104.  MEU SENHOR, MEU SENHOR, OH! MEU SENHOR – S. A. Degtiariov – refª.: 98.3

 

Oh! Meu Senhor, consolação minha... retira-me de minha miséria, concede à minha pobre alma a consolação... planta em meu coração o realizar de Teus Mandamentos.

 

105.  MINHA ESPERANÇA – W. B. Bradbury – refª.: 136.1

 

Em nada ponho a minha fé, senão na graça de Jesus, no sacrifício remidor, no sangue do bom Redendor. A minha fé e o meu amor estão firmados no Senhor.

 

106.  MISSA DE NOSSA SENHORA – G. Machaut – refª.: 11.1

 

Aflorar de imagens religiosas, místicas, pastoris e simbólicas; lembranças profundas e arquetípicas; sentimentos capazes de induzir transformações interiores.

 

107.  MISSA DO PAPA MARCELO – G. P. Palestrina – refª.: 21.1

 

Desabrochar da verdadeira pureza e piedade cristãs; proteção contra as forças negativas que tentam arredar a alma de sua senda divina; perseverança no caminho da luz e da salvação.

 

108.  MISSA SOLEMNIS EM RÉ MAIOR – L. Beethoven – refª.: 101.36

 

Religiosidade que brota das profundezas de um coração sensível; para aqueles que possuem uma grande exigência íntima de espiritualidade; uma prece sincera e profunda pela paz.

 

109.  MÚSICA FÚNEBRE MAÇÔNICA – W. A. Mozart – refª.: 93.62

 

Construindo laboriosamente, como um artesão da vida, o próprio vaso sagrado da morte; percepção real e compreensão profunda da morte como finalidade suprema da vida.

 

110.  NÃO SEJA EGOÍSTA – S. A. Degtiariov – refª.: 98.2

 

Eu sou do meu amado, e ele me tem afeição. Vem, ó amado meu, saiamos ao campo, passemos as noites nas aldeias. Levantemo-nos de manhã para ir às vinhas.

 

111.  NESSUN DORMA DE “TURANDOT” – G. Puccini – refª.: 230.1

 

Romper as ‘armaduras’ de um ‘coração congelado’ para o amor; decisão pelo amor de quem se julga incapaz de amar ingênua e sinceramente; medo de sofrer caso se apaixone de verdade.

 

112.  NOTURNO – E. Grieg – refª.: 196.4

 

Abertura para uma atmosfera favorável a um bondoso anjo da noite que abençoa a todos; proteção ao dormir; descanso espiritual da alma durante o sono, no consolo de um guardião celeste.

 

113.  NOTURNO – F. Liszt – refª.: 132.10

 

Falsidade na relação com o outro; comportamento oculto sob uma máscara; disfarçando o verdadeiro caráter; atração pela estética e não pelo conteúdo; vivendo o mundo como uma pura representação.

 

114. NOTURNO PARA HARPA EM MI BEMOL – M. I. Glinka – refª.: 122.1

 

Harmonização e serenidade das mulheres e do feto durante a gestação; amor à primeira vista da mamãe e do

neném; aceitação da gravidez e do filho recém-nascido.

 

115. O APRENDIZ DE FEITICEIRO – P. Dukas – refª.: 246.1

 

Estimulação harmoniosa das crianças; sentido de respeito e obediência em relação à hierarquia; aceitação da disciplina, obrigações e deveres.

 

116. O CAMINHANTE – F. Schubert – refª.: 117.3:

 

Quando quis cantar o amor, transformou-se ele em dor; e quando quis cantar a dor, transformou-se ela em amor; assim, de mim se apoderam o amor e a dor.

 

117. O CRAVO BEM TEMPERADO – LIVRO I ou II – J. S. Bach – refª.: 67.15 ou 67:16

 

Alma que deseja sinceramente aprender a voar para as regiões celestiais e que está disposta a se deixar lapidar nas mãos de Deus.

 

118. O LAGO DOS CISNES – P. I. Tchaikovsky – refª.: 190.2

 

Nervosismo e irritabilidade; desgaste e estresse emocional; preocupação exagerada com pequenas coisas; tranqüilidade; serenidade.

 

119. O MESSIAS – G. F. Haendel – refª.: 66.2:

 

Sublimação dos instintos e elevação do espírito para as regiões celestiais; aproximação das hostes angelicais; conversão amorosa e salvação da alma.

 

120. O PASTOR NO ROCHEDO – F. Schubert – refª.: 117.18:

 

Uma tristeza profunda me consome; para mim não há mais alegria; sobre a terra não há mais esperança, e estou tão sozinho aqui... A primavera vai chegar, a primavera, minha alegria.

 

121. O SENHOR É MEU PASTOR – F. Schubert – refª.: 117.27:

 

O Senhor é o meu Pastor; nada me faltará... Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque Tu estás comigo... (Salmo 23).

 

122. O SENHOR É MINHA LUZ – F. Allitsen – refª.: 213.1:

 

O Senhor é minha Luz e minha salvação; a quem, então, haverei de temer? O Senhor é a força de minha vida; diante de quem tremerei? (Salmo 27).

 

123. OFERENDA MUSICAL – J. S. Bach – refª.: 67.32:

 

Afinação de almas enlaçadas pelo destino; convivência fraternal e harmoniosa; aplacando os instintos inferiores e potencializando as virtudes cooperativas.

 

124. OH! BOM JESUS, FILHO DE MARIA – H. S. Schütz – refª.: 41.1:

 

Amável Jesus, amável Jesus, transforme o cerne de minha alma, inflamando-a de amor e ígnea caridade... Redentor do mundo: abristes a porta dos céus para o homem.

 

125. OH! MÃE DE DEUS, VIGILANTEMENTE REZANDO – S. Rachmaninov – refª.: 263.7:

 

Imaculado coração, oh! Maria... sempre tão amante, cuidadosa e vigilante... Mãe querida, pelas ternuras do vosso maternal coração vos suplico, fazei o meu coração semelhante ao vosso.

 

126. OH! MESTRE, O MAR SE REVOLTA – H. R. Palmer – refª.: 170.1:

 

Mestre, na minha tristeza estou quase a sucumbir; a dor que perturba minh’alma, eu peço-Te, vem banir! Das ondas do mar que me encobrem, quem me fará sair?... Vem logo, vem me acudir!

 

127. OH! QUE AMIGO EM CRISTO TEMOS! – C. C. Converse – ref: 165.1:

 

Quando em dor desfalecemos, Cristo estende-nos a mão, pois é sempre a nossa força, é refúgio em oração... em seus braços nos acolhe, e nos dá consolação.

 

128.  OH! SAGRADA CADEIA DA AMIZADE – W. A. Mozart – refª.: 93.63:

 

Oh! Sagrados laços que unem os verdadeiros irmãos; tal como a maior felicidade e delícias do Éden; para teus círculos sou sempre atraído; pois tornas a vida bela e plena de encantos.

 

129. ORAÇÃO – F. Hiller – refª.: 131.1:

 

Senhor, que trago no fundo do coração, fica comigo... Protege-me da insolência... e se me vencer o desânimo, fica comigo... Oh! Tu, meu consolo, minha força, meu raio de sol.

 

130. ORAÇÃO – F. Liszt – refª.: 132.12:

 

Nas horas de desalento, quando tudo se ensombrece, uma doce oração, consolo e coragem dá... Como de um fardo, meu peito se liberta do peso da dúvida. Eu de novo choro, de novo creio, tudo me é fácil, tão fácil.

 

131. ORAÇÃO – P. Tosti – refª.: 205.2:

 

A mente confusa, pela dúvida e pela dor, socorrei, ó meu Senhor... Aliviai-a do peso que a inclina para a lama... Vós sabeis que a minha vida se consome pouco a pouco... rompei, Senhor, o laço que lhe impede o vôo.

 

132. ORAÇÃO DA MANHÃ DAS CRIANÇAS DE “HÄNSEL E GRETEL” – E. Humperdinck – refª.: 222.1:

 

Estresse ou cansaço por excesso de trabalho ou de preocupação com pequenas coisas; descontrole emocional; explosão de raiva; atmosfera de pureza angelical.

 

133. ORAÇÃO DA PAZ – S. Francisco de Assis – refª.: 8.1:

 

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor; onde houver ofensa, que eu leve o perdão; onde houver discórdia, que eu leve a união.

 

134. ORAÇÃO DA SAGRADA COMUNHÃO - A. T. Gretchaninov – refª.: 242.2:

 

Senhor, eu creio em Vós, mas aumentai a minha fé! Senhor, eu espero em Vós, mas aumentai a minha

esperança! Senhor, eu Vos amo, mas aumentai o meu amor!

 

135. OS SINOS – W. Byrd – refª.: 24.4:

 

Estado de alerta, atenção e prontidão; concentração mental; situações de testes, exames, provas; atenção especial para os eventos sincrônicos; maior presença do eu no ‘aqui’ e no ‘agora’.

 

136. PAIXÃO SEGUNDO SÃO MATEUS – J. S. Bach – refª.: 67.14:

 

Conversão e espiritualização da vida; anseio interno genuíno pela salvação da própria alma; despertando em si mesmo o amor, a caridade e a compaixão.

 

137. PANIS ANGELICUS – C. Franck – refª.: 147.5:

 

Conexão com forças do bem e hostes angelicais; sensação de proteção e amparo espiritual; necessidade e presença do anjo da guarda pessoal.

 

138. PARSIFAL – R. Wagner – refª.: 134.6:

 

Absorção e compreensão interna dos conceitos subjetivos de sofrimento, compaixão, piedade e redenção; ampliação da consciência mística; espiritualização da vida cotidiana.

 

139. PARTITAS – J. S. Bach – refª.: 67.17:

 

Dificuldades na assimilação de temas abstratos, como a matemática, a música, a filosofia e a física; ação sobre o núcleo profundo da vitalidade e da espiritualidade; modulação da vontade pessoal como geratriz das ações e práticas.

 

140. PAS DE DEUX – S. Barber – refª.: 287.2:

 

União profunda e eterna de dois corações; sincronismo e beleza do casal ao agir para si e para o mundo; intimidade e confidência na vida a dois.

 

 

141. PECO TODOS OS DIAS – G. P. Palestrina – refª.: 21.6:

 

Eu persisto no pecado todos os dias, e não me arrependo. O medo da morte me perturba, pois no inferno não há redenção. Tem piedade de mim, Deus, e salva-me.

 

142.  POLONAISE-FANTAISIE EM LÁ BEMOL MAIOR – F. Chopin – refª.: 128.26:

 

Dor que ‘aperta e dilacera’ o coração; hipersensibilidade emocional; a alma funciona como uma ‘antena’

captando toda sorte de emoções circundantes.

 

143. QUARTETO DE CORDAS Nº 19 EM DÓ MAIOR “DISSONÂNCIAS” – W. A. Mozart – refª.: 93.12:

 

Aprendizado de como ‘voar’ para alturas celestiais; germinação de potencialidades; vitória da ‘luz’ sobre as ‘trevas’; iniciação maçônica.

 

144.  QUARTETO PARA CORDAS Nº 13 & GROSSE FUGUE EM SI BEMOL MAIOR – L. Beethoven – refª.: 101.49:

 

Divino Ser, Vós enxergais no âmago da minha alma: Vós sabeis que ali habita o amor pelos homens e o desejo de fazer o bem... Oh! Deus, dai-me forças para sobrepujar a mim mesmo.

 

145. QUARTETO PARA CORDAS Nº 15 EM LÁ MENOR – L. Beethoven – refª.: 101.51:

 

Canto sagrado de agradecimento de um convalescente à divindade; gratidão e felicidade por estar vencendo uma situação conflitiva ou uma doença grave.

 

146. QUARTETO PARA CORDAS Nº 16 EM FÁ MAIOR – L. Beethoven – refª.: 101.48:

 

Drama interior que brota da raiz de uma dúvida: É preciso? É necessário?; irresolução que precede a uma resolução vital; decisão difícil de ser tomada.

 

147. QUARTETO PARA CORDAS Nº 9 EM DÓ MAIOR – L. Beethoven – refª.: 101.50:

 

Aceitação de uma limitação ou defeito em si próprio; flexibilidade para se conciliar com o inevitável; humildade e resignação espirituais.

 

148. QUINTETO PARA CORDA No 4 EM SOL MENOR – W. A. Mozart – refª.: 93.71:

 

Alma amargurada e sensível à flor da pele; alcançando a grandeza pelo caminho do despojamento e da resignação; terrível isolamento existencial que leva à Luz Eterna.

 

149. QUINTETO PARA CORDAS EM DÓ MAIOR – F. Schubert – refª.: 117.8:

 

Amor que brota da alma de forma imprevisível; revolvimento de emoções nas profundidades da psique;

nobreza de caráter; humildade sincera e gratidão pela vida.

 

150. RÉQUIEM – G. Fauré – refª.: 202.1:  

 

Sofrimento emocional associado à condição de luto; estado de choque decorrente de uma notícia de falecimento; falta de aceitação ou revolta com a perda de um ente querido.

 

151. RÉQUIEM EM RÉ MENOR – W. A. Mozart – refª.: 93.22:

 

Meditação sobre a morte; confiança silenciosa e humilde na salvação e na vida eterna; preparação espiritual no rito de morte e renascimento; estados terminais.

 

152. ROMANCE PARA VIOLINO E ORQUESTRA No 1 EM FÁ MAIOR – L. Beethoven – refª.: 101.55:

 

Ama demais mas infelizmente ela (ele) não acredita; barreira entre dois corações; um gesto simples para que o amor floresça.

 

153.  SANGUE VIENENSE – J. Strauss-II – refª.: 154.8:

 

Necessidade de acentuar a sensualidade na relação conjugal; frieza e distanciamento sexual entre o homem e a mulher; relacionamento amoroso mais sensual e envolvente; ativação do corpo físico.

 

156. SÃO FRANCISCO DE PAULA CAMINHANDO SOBRE AS ONDAS – F. Liszt – refª.: 132.20:

 

Aqui venho aos vossos pés para suplicar-vos, extingais do meu coração todo afeto de soberba e vaidade, e em seu lugar floresçam os preciosos frutos da humildade.

 

157.  SENHOR DOS CÉUS – S. I. Davydov – refª.: 104.2:

 

Senhor, livra-me de toda ignorância e esquecimento, mesquinharia e dureza de um coração insensível... livra-me de toda a tentação... ilumina o meu coração obscurecido por maus desejos!

 

158. SENHOR MEU DEUS, TEU OLHAR VOLVE PARA MIM - A. Dvorák – refª.:  192.13:

 

Senhor meu Deus, teu olhar volve para mim... está triste e tão só meu coração! Alivia minha tristeza e toda angústia, livra-me desta aflição. Meu coração só tem medo!... Eu confio em ti, Senhor! (Salmo 25).

 

159. SENSAÇÃO CREPUSCULAR – W. A. Mozart – refª.: 93.61:

 

Compreensão interna e consolação íntima quanto ao significado espiritual da morte para aqueles que estão no crepúsculo da vida.

 

160. SINFONIA DOS BRINQUEDOS – L. Mozart – ref: 79.1:

 

Estimulação harmoniosa das crianças; sentido de respeito e obediência em relação à hierarquia; aceitação da disciplina, obrigações e deveres.

 

161. SINFONIA No 29 EM LÁ MAIOR – W. A. Mozart – refª.: 93.34:

 

Decisão de recomeçar após uma frustração; sublimação de amarguras e decepções em novos impulsos criativos; escolhendo novas trilhas; resolução; determinação.

 

162. SINFONIA No 39 EM MI BEMOL MAIOR – W. A. Mozart – refª.:  93.4:

 

Afinação equilibrante da alma pelo diapasão cósmico; consciência clara do papel espiritual e prático na vida; retificação do caráter.

 

163. SINFONIA No 4 EM SI BEMOL MAIOR – L. Beethoven – refª.:  101.27:

 

Busca do silêncio interior e da paz de espírito em um mundo injusto, falso e agressivo; calma e tranqüilidade em meio ao caos da vida cotidiana.

 

164. SINFONIA No 5 EM DÓ MENOR – L. Beethoven – refª.:  101.28:

 

Coesão total da alma na batalha para alcançar a própria felicidade; coragem, força, bravura e heroísmo do homem que luta contra um destino adverso.

 

165. SINFONIA No 6 EM FÁ MAIOR – L. Beethoven – refª.: 101.29:

 

Antídoto contra indolência, o sedentarismo, a acomodação mórbida e a consciência passiva; despertar de sentimentos alegres; exaltação da vida simples e natural.

 

166. SINFONIA No 7 EM SI MENOR – G. Mahler – refª.: 234.4:

 

Ambigüidade de uma personalidade dilacerada por conflitos psicológicos; oscilação entre um incomensurável desejo de viver e um grande pessimismo desolador; pressentimentos negativos alternados com esperanças jubilosas.

 

167. SINFONIA No 9 EM RÉ MENOR – A. Bruckner – refª.: 153.1:

 

Luta contra a maldade e a vileza existente dentro de nós mesmos; inocência humana frente a um mundo hostil e rude; clarões de luz e de amor resplandecendo na escuridão da alma.

 

168. SINFONIA No 9 EM RÉ MENOR – L. Beethoven – refª.: 101.32:

 

Alegria, simplesmente alegria, a maior de todas as alegrias; assunção e júbilo total de todos os espíritos humanos que triunfam sobre a dor existencial.

 

169. SOLIDÃO – H. Wolf – refª.: 233.3:

 

Quem tem prazer em viver, não fica só; a solidão é tediosa, quem pode se comprazer nela? Em círculo íntimo, num beijo caloroso, a boa companhia é o prazer da alma! (Unger).

 

170. SONATA PARA DOIS PIANOS EM RÉ MAIOR – W. A. Mozart – refª.: 93.37:

 

Melhora do desempenho cognitivo em tarefas espaço-temporais; ativação do lóbulo cerebral temporal

esquerdo; melhora na concentração mental e na capacidade de aprendizado.

 

171. SONATA PARA PIANO No 23 EM FÁ MENOR – L. Beethoven – refª.: 101.43:

 

Frustração de um coração que ama mas que não é plenamente correspondido; decepção amorosa que

deixa marcas sombrias; revolta com as adversidades afetivas.

 

172. SONATA PARA PIANO No 26 EM MI BEMOL MAIOR – L. Beethoven – refª.: 101.44:

 

Conflito e luta interior entre a aceitação e a negação da perda de alguém ou algo precioso; situação de choque em razão de despedidas dolorosas.

 

173. SONATA PARA PIANO No 32 EM DÓ MENOR – L. Beethoven – refª.: 101.6:

 

Tentação e risco para a alma que negocia perigosamente com as forças tenebrosas do mal; ambição leviana e desmesurada de poder, conhecimento e glória.

 

174. SONATA PARA PIANO No 8 EM DÓ MENOR – L. Beethoven – refª.: 101.2:

 

Melancolia misturada com esperança; resignação mesclada com revolta; angústia existencial que deixa

insinuar a alegria; dualidade crítica de sentimentos extremos e antagônicos.

 

175. SONATA PARA VIOLINO E PIANO EM FÁ MAIOR – W. A. Mozart – refª.: 101.37:

 

Confiança na vida e no triunfo do bem; elevação das emoções na busca de uma alegria genuína; estimulação da dimensão vital e moral.

 

176. SONATA PARA VIOLONCELO E PIANO EM RÉ MAIOR – L. Beethoven – refª.: 101.21:

 

Liberdade para romper com restrições e limitações; capacidade de inovação e renovação; aflorar de novas idéias, atitudes e ações.

 

177. SONATA PARA VIOLONCELO E PIANO EM SOL MENOR - F. F. Chopin – refª.: 128.28:

 

Aglutinação e sincronização de profundas forças vitais mesmo nas condições nas quais impera o caos e a debilidade.

 

178. SONHO – S. Rachmaninov – refª.: 263.9:

 

Sonhe com aquilo que você quiser; seja o que você quer ser, porque você possui apenas uma vida... só se tem uma chance... para fazê-la doce... forte... humana... feliz... (C. Lispector).

 

179. SUÍTE PARA VIOLONCELO No 6 EM RÉ MAIOR – J. S. Bach – refª.: 67.59:

 

Apreensão interna abstrata de ‘outros mundos’ ou ‘outras dimensões’ de existência; ampliação da

consciência para regiões inexploradas da realidade.

 

180. SUÍTE QUEBRA-NOZES – P. I. Tchaikovsky – refª.: 190.3:

 

Desbloqueio da musculatura corporal em trabalhos fisioterapêuticos; rigidez corporal e psíquica; sensação de liberdade e de capacidade pessoal; abertura para as forças primaveris.

 

181. TENDE PIEDADE DE MIM, OH! SENHOR! – T. L. Victoria – refª.: 26.5:

 

Tende piedade de mim, oh! Senhor, segundo sua misericórdia infinita, e segundo sua compaixão. Apaga minhas transgressões. Lava-me inteiro da minha iniqüidade, e purifica-me do meu pecado.

 

182. TOCATA E FUGA EM RÉ MENOR – J. S. Bach – refª.: 67.3:

 

Cooptação das energias guerreiras, de coragem e de poder para enfrentar uma situação de luta ou confrontação; energia para ultrapassar uma experiência difícil.

 

183. TRIO PARA CLARINETE, VIOLA E PIANO EM MI BEMOL MAIOR – W. A. Mozart – refª.: 93.55:

 

Triângulo amoroso complexo, tenso, insustentável e de difícil solução; dúvida de alguém para escolher afetivamente entre duas pessoas.

 

184. TRIO PARA PIANO E CORDAS EM MI BEMOL MAIOR – F. Schubert – ref: 117.10:

 

Colhendo as ‘jóias preciosas’ do entardecer da vida; síntese e assimilação abstrata do que se viveu; amadurecimento espiritual na terceira idade.

 

185. TU, QUE ÉS DO CÉU – F. Liszt – ref: 132.13:

 

Tu, que és do céu... Ah! Cansado estou das aflições, para que tanta dor, tanta paixão? Vem, doce paz, ah! vem aninhar-te em meu peito! (Goethe).

 

186. TUDO PASSA – S. Rachmanoniv – ref: 263.10:

 

Todas as coisas, na Terra, passam... os dias de dificuldades passarão... passarão também os dias de amargura e solidão... as dores e lágrimas passarão... as frustrações que nos fazem chorar.

 

187. UMA OFERENDA DE PAZ – P. G. Chesnokov – ref: 272.10:

 

Se... teu irmão tem alguma coisa contra ti... vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; só então vem fazer a tua oferta (Mateus 5: 23-24).

 

188. VALSA DE “A BELA ADORMECIDA” – P. I. Tchaikovsky – refª.: 190.17

 

Harmonia emocional da menina adolescente; mudanças psicológicas na puberdade e adolescência; centramento e ressonância com o fundamento familiar; valorização da tradição frente à novidade.

 

189. VALSA DE “FAUSTO” – F. Liszt – refª.: 132.2

 

Busca equivocada da liberdade e da alegria através da conquista material, da erudição estéril, do utilitarismo, de vãs filosofias e de prazeres sensuais.

 

190. VASO DE BÊNÇÃO – H. G. Smyth – refª.: 265.1

 

Faze-me um vaso de benção, Senhor; vaso que leve a mensagem de amor! Eis-me submisso, para Teu serviço; tudo consagro-Te agora, Senhor!

 

191. VIAGEM DO COMPANHEIRO – W. A. Mozart – refª.: 93.65

 

A vocês que agora se aproximam... saibam que é a senda da sabedoria... Analisem tudo com juízo e não se submetam à ilusão de uma cegueira indolente!... Feliz aquele que um dia pode dizer: Há luz no meu caminho!