Outros estudos sobre os animais e vinagre de maçã segundo a medicina popular do Vermont-USA

 

Vinagre de maçã misturado à água das galinhas fez estas crescerem mais depressa, criar penas mais cedo, ser mais resistentes e muito maiores. Ao fim de três semanas todas estavam cobertas de penas e os rabos começaram a crescer. Tem mais carne; essa carne adicional é magra; as galinhas ganham em volume ao serem cozinhadas.

Escrevi a um colega que por passa tempo cria perus, sobre minhas experiências com vinagre de maçã na água das galinhas. Ele fez o mesmo com seus perus. Mais tarde me comunicou que os perus ficaram com carne excepcionalmente macia, quando assados. A medula dos ossos desses perus tinha coloração mais vermelha, indicando formação melhor de glóbulos vermelhos necessários ao sangue.

As martas são animais caçadores, portanto, carnívoros. As que estudei era alimentadas uma vez por dia. Eram 1200 fêmeas e 300 machos. Cruzam-se todos os anos, em março. Nascem, anualmente, 3.500 filhotes. Ficam adultos em três meses. Em novembro e dezembro já se pode tirar suas peles para vender.

Fiz as seguintes observações sobre elas: aceitam 11% de proteína em sua ração. Uma vez se elevou a proteína a 20% e elas começaram a morrer. Na autópsia se observou que estavam com a vesícula cheia de pedras. Estas foram enviadas a um laboratório e este informou que essas pedras eram formadas por urato. Quarenta martas morreram. Assim que a proteína da ração foi reduzida a 11% não mais morreram martas por cálculos biliares. Essa observação indica a relação entre a ingestão em excesso de proteínas na dieta e a formação de cálculos nos rins e na vesícula dos seres humanos.

As martas sofrem de fortes tonturas, também denominadas de síndrome de Ménière: cambaleiam, andam à roda, depois giram segurando a ponta da cauda entre os dentes, numa tentativa de reequilíbrio. Se a tontura persiste, elas continuam a morder a cauda enquanto giram, a ponto de arrancarem por completo uma cauda de 25 cm de comprimento. Quando isso acontece ao macho, ele perde todo o valor, pois para cruzar com a fêmea ele usa a cauda como apôio. Os tratados que li sobre martas afirmam categoricamente que elas cambalearem, andarem  à volta e girarem, indica excesso de proteína na ração. Aprendi também que as martas selvagens conseguem o ácido de que necessitam comendo frutos silvestres e folhas que tem reação ácida.

Sugeri ao proprietário dessa criação, que adicionasse ¼ de colher de chá, de vinagre de maçã, à ração de cada animal que demonstrasse tendência a cambalear, girar ou morder a cauda. Esse mal parece ser mais comum às martas de coloração clara. Estas também costumam inclinar a cabeça para um lado, com uma orelha mais alta do que a outra. Pelo que sei, não há justificativa para este hábito.

Algumas dessas martas de cor clara foram vendidas, para fins de procriação. Os novos donos não adicionaram vinagre de maçã à ração delas e o resultado é que as tonturas voltaram a se manifestar. Isso reforça a teoria de que se deve dar ácido em forma de vinagre de maçã, aos animais contidos em cativeiro, a par das proteínas, a fim de evitar desequilíbrio no organismo.

Editora Montanhas Verdes/2010.