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 SAIS MINERAIS




São sais retirados de minerais. Sem eles as reações metabólicas ficariam tão lentas que não seriam efetivas. Os sais minerais desempenham funções vitais em nosso corpo como manter o equilíbrio de fluidos, controlar a contração cardíaca, carregar oxigênio para o cérebro e regular o intestino.

Embora presentes na dieta, alguns minerais nem sempre são ingeridos nas quantidades suficientes para satisfazer as necessidades metabólicas, especialmente durante a fase de crescimento, estresse, trauma, perda de sangue e algumas doenças sexualmente transmissíveis. Muitos corredores também têm deficiência de minerais. Isto porque exercício vigoroso faz com que eles soem salgado.



A Bioquímica e a Medicina dos Astros - Sais Minerais


A Astrologia é uma rica disciplina em seu amplo campo de benefícios e de suas aplicações, tendo sido usada desde tempos primitivos para ajudar a descobrir padrões de doenças em seres humanos.

Aqui falarei sobre a existência dos doze sais minerais importantes que formam o corpo humano, embora haja traços da existência de muitos outros. A bioquímica é uma ciência Sânscrita antiga e o Dr. W. H. Schuessler (1828/1898) a redescobriu. O Dr. G. W. Carey, após uma vida de pesquisa, viu que existia uma relação entre os doze elementos minerais e os doze signos do Zodíaco.


 

O Dr. Edward Bach, examinou as características de 12 flores silvestres e atribuiu a eles a propriedade de reequilibrar o nosso organismo. Ele funcionará quase como um remédio de fundo homeopático, que o paciente poderá utilizar sempre que necessário.

 

A doença é um estado de desordem do corpo. Devemos portanto restabelecer esta ordem, analisando os sintomas para descobrir a causa. Não existem doenças, e sim, ‘a doença’, assim como existe ‘a saúde’. O homem dificilmente está em plena saúde, porque ele se encontra em luta constante contra a sua própria natureza. O sintoma torna visível o que é invisível, ou seja, o que se encontra no subconsciente do homem. Desta forma, como todo o mundo material é somente um palco onde tomam forma as imagens do inconsciente, estas imagens se tornam assim alegorias. Quando a uma pessoa falta o equilíbrio, esta situação se torna visível em seu corpo.

 

A palavra Kali (Potássio) significa 'mãe ou matéria', e Phosphorus significa 'produtor de luz'. E quem vive sem Luz em nosso planeta onde o ato de nascer é chamado de 'Dar a Luz'?

 

o Kali Phos., o Kali Mur. e o Kali Sulph. associados ao Ferrum Phos. podem ser usados com sucesso no tratamento do câncer! O Kali Phos para suprir o fogo vital purificando a condição não saudável das células, o Kali Sulph. para limpar através dos poros da pele e banhar as células num fluido oleoso, salgado e anti-septico e o Kali Mur. para construir as células novas. Finalmente o Ferrum Phos. para atrair o oxigênio necessário para renovar e purificar as células.

 

Como o cérebro é órgão mais importante do corpo, podemos deduzir que o sal alocado para este signo é de suma importância para a composição humana. O Kali Phos., ou Fosfato de Potássio, cria a matéria cinzenta do nosso cérebro pela união da albumina e do oxigênio (citando o livro Astrologia e Bioquímica de Vanda Sawtell). Este sal constrói as células cerebrais e pode ser associado a todos os outros sais, sempre que aparecerem sintomas de esgotamento nervoso, causados pelo excesso de estudo ou trabalho, pelo estresse ou até mesmo por problemas de insanidade e outras patologias. De todos os doze elementos minerais básicos do corpo, as vibrações geradas pelo Kali Phos. são as mais altas a que o corpo físico pode se sujeitar de forma segura. Sabemos que os arianos são pessoas corajosas, cerebrais, ardentes, impacientes e independentes. Francos e diretos não suportam subterfúgios e sempre vão direto ao ponto! Eles trabalham intensamente e estão muito sujeitos a esgotamentos, sofrem de estresse e de pressão alta. Podem adoecer subitamente, sofrendo com febres elevadas e inflamações, inclusive aos dentes.


Astrologia e os sais bioquímicos

Você sabia que cada signo astrológico tem uma analogia com um sal bioquímico?.



 


Os Bioquímicos dos sais de tecido animal, sempre argumentaram que a doença provém de uma falta de certos sais, dos quais doze são particularmente mais importantes. Sais de tecido animal estão amplamente disponíveis através de químicos alopatas e loja de Suplementos Vitamínicos.

Eu, particularmente prefiro a forma homeopática potencializada, energia esta que, quando absorvida compensa a deficiência, e fazendo isso alcançam no corpo um estado melhor de equilíbrio, de saúde, fazendo até com que o organismo possa responder melhor a outros tipos de terapia.



O que é bioquímica?

Em seu livro de Astrologia e Bioquímica, Vanda Sawtell responde – significa a Química da Vida, da raiz grega “Bios”, curso da vida e o conhecimento dos elementos e leis que governam suas combinações e comportamentos.

O corpo humano é composto de milhões de células minúsculas, sendo que cada uma é uma unidade viva completa. Estas células diferem em composição de acordo com o tipo de tecido que ajudam a formar. Por exemplo: as células que formas os ossos são diferentes daquelas que formam os tecidos cutâneos ou nervosos.

O material de onde essas células são construídas vem, ou deveriam vir, de nosso alimento. São de dois tipos, orgânicos e inorgânicos. Os materiais orgânicos são as albuminas, fibrinas, açucares e gorduras. Os inorgânicos são a água e determinados minerais, conhecidos agora como células de sal.

Áries (Fosfato de Potássio)
Touro (Sulfato de Sódio)
Gêmeos (Cloreto de Potássio)
Câncer (Fluoreto de Cálcio)
Leão (Fosfato de Magnésio)
Virgem (Sulfato de Potássio)
Libra (Fosfato de Cálcio)
Escorpião (Sulfato de Cálcio)
Sagitário (Óxido de Silício)
Capricórnio (Fosfato de Cálcio)
Aquário (Cloreto de Sódio)
Peixes (Fosfato de Ferro).

Minerais são a coluna vertebral do nosso metabolismo.

 

Todos os outros nutrientes incluindo proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas e enzimas requerem uma variedade enorme de minerais para funcionar.
Dos fatores que causam a diminuição de O²(oxigênio) em nível celular, é a deficiência de minerais que vêm em maior destaque.

É a parte mais negligente da nutrição de hoje em dia. Nosso corpo é uma massa de energia elétrica de intercâmbio de “íons” que ativam enzimas. A engenharia enzimática dirige a complexa atividade química da célula viva. Nosso corpo “elétrico” utiliza esses minerais para conduzir o fluxo ótimo das funções corporais.

Conclusões de nossas pesquisas:
- não há disfunção orgânica sem previa carência mineral,
- a vida perece onde Oxigênio falta.

Quando seu organismo tem deficiência mineral, você está sem saúde. Quando o pH do seu sangue está abaixo do normal, você está propenso a qualquer tipo de doença...


 

Vamos fazer uma analogia. Se quisermos construir uma casa, devemos antes juntar todos os materiais necessários, tipo tijolos, cimento, madeira, vidro, revestimentos, etc. Quando temos tudo pronto, até mesmo o detalhe mais específico, ainda não temos a casa. Existe algo que não adquirimos e que devemos ter – os trabalhadores, os construtores. Sem eles o trabalho não pode continuar, os tijolos, etc., ficarão largados em pilhas e nunca teremos uma casa.

No corpo humano, os sais minerais são os trabalhadores, eles fazem o trabalho de construção.

Os materiais para a construção e reparos do corpo são supridos pela nossa comida (se nos alimentarmos sensatamente). Eles são colocados em seus devidos lugares, isto é, colocados dentro da estrutura de nossos corpos pelos sais minerais, que são os pequenos trabalhadores ativos do corpo humano. Mas, se tivermos anos de vivência errada em relação a alimentos sem vitaminas, nós nos tornaremos deficientes nesses sais e não poderemos esperar conseguir o suficiente para ajudar nosso equilíbrio, simplesmente mudando só a dieta, embora ela seja uma das coisas essenciais se quisermos recobrar e manter nossa saúde. Vamos pegar um dos minerais essenciais como exemplo – o Ferro, constituinte dos glóbulos vermelhos e que tem uma importância vital na distribuição do oxigênio por todo o corpo, sem ele, todos os seus ajudantes ficam doentes. Qualquer outras células de sal que sejam indicadas e administradas, estes sais devem ser carregados pelo Ferro para onde quer que eles sejam necessários no corpo.

Em minha experiência terapêutica dou muita importância a este aspecto em uma consulta e, infelizmente, raramente constato pessoas que não estejam necessitando de algum dos sais minerais, especialmente um dos vitais – o Ferro...

Lena Rodriguez





 



Os 12 Sais de Schüssler

Kalium Phosphoricum
Natrium Sulphúricum
Kalium Muriaticum
Calcarea Fluór
Magnesium Phosphoricum
Kalium Sulphuricum
Natrium Phosphóricum
Calcarea Sulphúricum
Silicea
Calcarea Phosphoricum
Natrium Muriaticum
Ferrum Phosphoricum

O que são os Sais de Schüssler 

São o pó, ou sais básicos – constituídos de estruturas protéicas, vitamínicos, hormonais e enzimáticos – que produzem as vibrações que por sua vez produzem os vários tipos de células e órgãos, resultando numa reação peculiar própria para sua construção. Por exemplo, o Calcium Phosphoricum é a base mineral específica na formação das células responsáveis pela produção e manutenção dos ossos.  

Ossos perfeitos não são produzidos sem a quantidade suficiente desse sal mineral. Para a formação dos músculos a base mineral necessária é o Calcium Fluoratum. Para a formação da massa cinzenta do cérebro é necessário o Kalium Phosphoricum. Os nervos por sua vez precisam do Magnesium Phosphoricum. 

Há vários fatores que contribuem para a falta desses sais no organismo: solo pobre, uso de adubos químicos, manipulação industrial, adição de aromatizantes, colorantes e conservantes artificiais, etc. 

Como surgiram os Sais de Schüssler


          O Dr. Samuel Hahnemann, pai da Homeopatia, descobriu experimentalmente junto com outros homeopatas, a utilidade dos sais inorgânicos para a recuperação da saúde. Sem embargo, não chegaram a precisar este conhecimento completamente. 

Posteriormente, o dr. Wilhelm Heinrich Schüssler (1821-1898), de nacionalidade alemã, formalizou a investigação sobre 12 desses sais, que hoje levam seu nome. 

O Dr. Schüssler sempre teve um grande interesse na Lei do Mínimo, a qual estabelece que a perda da saúde é devida à falta de certos minerais nas células. Essas insuficiências somente podiam ser observadas nas cinzas dos corpos. Sendo assim, ele analisou as cinzas de um grande número de pessoas que haviam sido cremadas e descobriu que em todos os seres humanos sempre há ausência ou deficiência de pelo menos dois sais bioquímicos. 

Ao investigar tal acontecimento, Schüssler integrava expedientes clínicos de cada uma das pessoas cujas cinzas analisava. Neles anotava o nome e data de nascimento, assim como as enfermidades que havia padecido no transcurso de sua vida. A experimentação demonstrou que nos pacientes há pelo menos a carência de um sal fundamental, ou base, e de outro secundário ou complementar, o que propicia suas enfermidades. 

Como resultado de suas investigações, chegou à conclusão de que se os tecidos não recebem do sangue a quantidade adequada de cada um dos 12 sais bioquímicos estudados, altera-se o movimento molecular dos sais nos tecidos e, conseqüentemente, se desequilibra o funcionamento das células e seu metabolismo, o que produz os fenômenos conhecidos como enfermidades. 

É importante destacar que estes tipos de padecimentos são muito numerosos e freqüentes. Mas enfermidades desta natureza desaparecem, assim que os tecidos recebem novamente os sais que requerem. 

Dizia o dr. Schüssler que "...se no curso de uma enfermidade se atrasa à cura espontânea, então se administram os sais minerais adequados, em forma molecular (potencializadas ou dinamizadas). Essas moléculas passam ao sangue através da mucosa bucal e desencadeiam no foco da enfermidade um vivo movimento molecular. De novo se põe em marcha o intercâmbio de substâncias entre as células saudáveis e as enfermas, o que faz com que se produza à cura".

O sistema terapêutico que este brilhante investigador desenvolveu, consiste em preparar 12 remédios, cada um dos quais contém um sal inorgânico, reduzido em alguns casos à potência homeopática sexta decimal (D6) e em outros à terceira decimal (D3), tamanhos quase infinitesimais que facilitam a circulação e assimilação dos sais nas células e tecidos do organismo. 

Como se usam os Sais de Schüssler? 

O Dr. Schüssler observou que subministrando os sais em forma muito diluída a seus pacientes, estes se protegiam preventivamente ou se aliviavam com muita facilidade de suas alterações biológicas ou enfermidades. Isso se dá visto que cada um dos Sais Bioquímicos produz reações que permitem ao organismo realizar uma série de funções vitais, sendo que quando há deficiência de alguma delas, se propiciam os padecimentos. 

Baseando-se nas leis naturais da Patologia Celular, Schüssler formalizou um guia terapêutico notável por sua simplicidade, que consiste no emprego dos 12 sais inorgânicos que são fundamentais para o funcionamento adequado das células que constituem o corpo humano.
Mais de um século de experiência intensiva, demonstra que esses remédios produzem os resultados desejados e esperados rapidamente, que são inofensivos e muito freqüentemente originam curas que se consideram espontâneas. 

Esses sais não se classificam como medicamentos. São considerados como alimentos, posto que são integrantes do corpo humano. 

Há contra-indicações?

As concentrações às quais se subministram os sais são extremamente baixas. Não estão contra-indicadas uma com outra, pois somente resolvem as deficiências que o corpo pudesse ter de algum sal. 

Por exemplo, uma pessoa com deficiência de Kalium Muriaticum pode tomar os 12 sais, porém só absorverá Kalium Muriaticum e os outros as desprezará. Acontece que, tomando os 12 sais de uma vez, aquele que se necessita será lentamente absorvido, mesmo assim, não têm efeitos colaterais. 

NOTA: Apesar de não haver contra-indicações os sais de Schüssler devem ser tomados sob orientação médica ou terapêutica.

Os Sais

Calcarea fluorica (Calcium fluoratum) D6

Encontra-se no esmalte dos dentes, nos ossos e nas células da epiderme, sobretudo onde exista tecido elástico. O agente descarga o aparelho circulatório e fortalece os pequenos vasos sanguíneos. Além disso, estimula a reabsorção dos endurecimentos vasculares.

Indicações Terapêuticas:

Perda de elasticidade dos vasos sanguíneos (hemorróidas, varizes, arteriosclerose). Doenças ósseas e dentárias (propensão a cáries, etc.), lesões discais, moléstias articulares, raquitismo infantil, endurecimento dos tecidos e glândulas, debilidade postural, envelhecimento prematuro da pele.

Também se discute a conveniência de administrar Calcium fluoratum como agente de apoio em todas as doenças tumorais. Actua lentamente e deve-se tomar durante longos períodos de tempo.

Calcarea phosphorica (Calcium phosphoricum) D6

É o sal mais abundante no organismo humano. É o agente bioquímico responsável pela construção e o fortalecimento de todas as estruturas do organismo; fundamentalmente configura a massa óssea dura, ainda que está presente em todas as células. Calcium phosphoricum actua sobre as membranas celulares limitantes e intervém na síntese proteica.

Indicações Terapêuticas:

Como o Calcium fluoratum, recomenda-se administrar de preferência com o Calcium phosphoricum, está indicado em todas as doenças ósseas e dentárias, fracturas complicadas que demoram a soldar, anemia, processos pulmonares, alterações de tipo nervoso, astenia, transtornos do sono (especialmente em lactentes, durante a infância e em épocas de desenvolvimento e crescimento). Também se administra nos transtornos menstruais, durante a gravidez e na convalescença. Calcium phosphoricum é um agente bioquímico de efeito lento que se recomenda tomar durante longos períodos de tempo. O agente é ideal para pessoas anémicas, pálidas, de aspecto adoentado; os seus sintomas acentuam-se pela noite e podem piorar em condições de repouso.

Calcarea sulphurica (Calcium sulfuricum) D6

Encontra-se no fígado e vesícula biliar. Assim como a Silicea, tem uma grande utilidade em todos os processos purulentos. Aumenta a coagulação sanguínea e estimula o metabolismo.

Indicações Terapêuticas:

Abcessos, furúnculos, antrax, inflamações do tecido conjuntivo, amigdalites purulentas, catarro brônquico purulento, cistite e nefrite, resfriado crónico que afecta os seios nasais com secreções purulentas, sanguinolentas e fétidas; fístulas anais, reumatismo crónico e, finalmente, também em pacientes com insónia, perda de memória e vertigo.

Ferrum phosphoricum D12


A importância do ferro (Ferrum) no organismo é essencial e não há dúvida do papel vital que desempenha no nosso organismo. O ferro não só é um componente imprescindível da hemoglobina como se encontra em todas as células, intervém em múltiplos processos enzimáticos e exerce funções importantes nos mecanismos de defesa frente às infecções. Na infância é necessário para um crescimento normal. Pela mesma razão é imprescindível também durante a menstruação, na gestação e no período de latência. A proporção de ferro no organismo é de 4 a 5 gramas, de que três quartas partes correspondem à hemoglobina.

Indicações Terapêuticas:

É o agente bioquímico para todas as doenças súbitas e para todos os processos inflamatórios e febris em estado inicial. Está indicado em doenças infantis, estados anémicos, dores, feridas, hemorragias, contusões, distorções articulares, sobrecargas físicas, alterações da perfusão sanguínea com sintomas reumatóides, gastrite catarral aguda com dor e vómitos e diarreias estivais acompanhadas de febre.

Kalium muriaticum (Kalium chloratum) D6

O potássio faz parte de todas as células, sobretudo leucócitos e eritrócitos. Como o sódio, possui efeitos fisiológicos específicos sobre a excitabilidade nervosa e muscular. Além disso intervém na síntese proteica e na utilização dos hidratos de carbono (efeito activador do metabolismo). Em conjunto pode-se afirmar que o potássio é um componente imprescindível do organismo. O deficit de potássio causa alterações patológicas em diversos tecidos (músculo cardíaco e músculos esqueléticos, entre outros).

Indicações Terapêuticas:

Kalium chloratum está considerado em bioquímica como o agente principal no tratamento anticatarral de diversos órgãos e mucosas e nos catarros acompanhados de secreções fibrinosas-espesas (segundo estádio de inflamação) que formam uma massa branca, branca fina ou branca viscosa, tanto se se trata de placas brancas finas na pele ou membranas sólidas de cor branca localizadas nas mucosas. Prescreve-se principalmente Kalium chloratum para o tratamento de afecções otorrino-laringológicas (ORL) e oculares caracterizadas por inflamação fibrinosa, também em processos pulmonares e pleurite fibrinosa, bronquite, reumatismo, tendo-vaginite, verrugas, reacções de vacinas, queimaduras, etc.

Kalium phosphoricum D6


É o sal orgânico mais significativo para a célula e é particularmente importante para o soro, os leucócitos, os distintos tecidos do organismo e as células cerebrais, nervosas e musculares. O deficit de potássio produz esgotamento destes órgãos, em ocasiões acompanhado de transtornos psíquicos, ânimo depressivo, ansiedade, abatimento e perda de memória.

Indicações Terapêuticas:

Kalium phosphoricum é o agente funcional bioquímico de mais utilidade no tratamento das doenças agudas e crónicas e estados de esgotamento. Está indicado em estados nervosos, depressões, esgotamento. Melancolia, histeria, insónia de origem nervosa, apatia intelectual, perda da memória, debilidade muscular, lombalgias, alterações cardíacas de tipo nervoso, sensação de ansiedade com palpitações (síndrome do pânico), etc. assim como medida de apoio no tratamento das cardiopatias orgânicas, em hemorragias, paresias, perda de força em processos infecciosos, estados infecciosos e inflamatórios com secreções fétidas (“anti-séptico interno”).

Kalium sulphuricum D6

Encontra-se nas células da epiderme e células epiteliais da pele e mucosas, normalmente junto ao ferro, que o apoia na sua função de transporte de oxigénio na célula e de que se serve para activar o metabolismo celular. Kalium sulphuricum é para o terceiro estádio de inflamatório com secreções viscosas amareladas, já que o Ferrum phosphoricum é para o primeiro estádio de inflamação (inflamação seca sem secreção) e Natrum muriaticum (Kalium chloratum) para o segundo estádio de inflamação (secreções viscosas).

Indicações Terapêuticas:

Em inflamações crónicas de todo o tipo, afecções cutâneas descamativas, catarros de mucosa purulentos crónicos (nariz, ouvidos, faringe, brônquios, conjuntiva, etc.); também em catarros gastrointestinais, hepatite, nefrite, dor articular reumática e, em geral, para a estimulação de todos os processos de eliminação e desintoxicação. O paciente apresenta um estado anímico dominado pela melancolia e pela ansiedade; os sintomas acentuam até ao entardecer e habitações muito tempo fechadas; alivia e melhora em espaços abertos com ar puro e fresco.

Magnesia phosphorica D6

É o analgésico e anti-espasmódico bioquímico por excelência. O magnésio ocupa o segundo lugar em importância depois do potássio entre os sais minerais do organismo humano. Aproximadamente a metade encontra-se no esqueleto, um terço no sistema muscular e o resto reparte-se entre nervos, cérebro, medula espinal, eritrócitos, fígado e glândulas tiróides. O magnésio intervém em múltiplos processos enzimáticos. Possui propriedades anti-trombóticas e anti-alérgicas e influi sobre a excitabilidade neuro-muscular e a função cardíaca (prevenção do enfarto do miocárdio, entre outros). O magnésio diminui o metabolismo basal e reduz os níveis de colesterolemia.

Indicações Terapêuticas:

Quadros espasmódicos de todo o tipo, cólicas e algias, neuralgias em todo o corpo, sensação de opressão na região cardíaca e tendência a enxaqueca. O seu efeito é destacável no tratamento de quadros clínicos do tipo cólica, flatulência, meteorismo, problemas da dentição e tosse convulsa em crianças e diarreias aquosas acompanhadas de dor abdominal.

Natrum muriaticum (Natrum chloratum) D6

Dos sais sódicos do organismo, o Natrum chloratum é o que tem a maior importância biológica. É absolutamente vital (essencial). Enquanto que o potássio está localizado na sua maior parte nas células, aproximadamente a metade do sódio se encontra no líquido extracelular e outro terço nos ossos e tecidos cartilaginosos. No estômago e no rim também existem concentrações intracelulares de sódio relativamente altas.

Indicações Terapêuticas:

Anemia, clorose, anorexia, perda de peso, catarro das mucosas com secreção serosa, catarro gastrointestinal acompanhado de diarreia aquosa, hipoacidez, hipogalactose no puerpério, obstipação por atonia intestinal, hemorróidas, sensação de formigamento e entumescimento das extremidades, erupções cutâneas e exsudativas, dor reumática, cefaleias, enxaquecas, lacrimação, ptialismo, neurastenia, histeria e falta de iniciativa. Piora os sintomas pela manhã, por esforço psíquico e clima húmido-frio. Muita sede, apetência por comidas salgadas; melhora com ar quente e seco ou também com ar puro mais fresco.

Natrum phosphoricum D6

Está muito estendido por todo o organismo: em células nervosas, nos músculos, nos eritrócitos e no tecido conjuntivo. Mantém o ácido úrico em solução para a eliminação através do rim. Natrum phosphoricum é importante para a eliminação dos produtos metabólicos. Também desempenha uma função essencial na troca de ácido carbónico (efeito tampão) e no metabolismo do ácido láctico que o organismo produz a partir do glucógeno com o trabalho muscular.

Indicações Terapêuticas:

Natrum phosphoricum é um agente neutralizador de eficácia provada nas hiperacidoses de todo o tipo. Tem aplicação no tratamento de doenças agudas e crónicas (sobretudo em crianças) por transtornos metabólicos, excesso de ácido clorídrico, pirose, vómitos ácidos, diarreias de fermentação, no reumatismo, ciática e gota. Também está indicado em adenites, inflamações oculares, amigdalites, faringites com eructos azedos, cistites, cálculos renais e biliares e erupções cutâneas com secreções amarelas de consistência cremosa.

Natrum sulfuricum D6

Não se encontra nas células como nos líquidos tecidulares. Tem por missão descongestionar o organismo, eliminar toxinas do metabolismo, desintoxicar o organismo e activar o fluxo biliar.

Indicações Terapêuticas:

Em todas as doenças dos órgãos de excreção (fígado, vesícula biliar, rim, bexiga); também em erupções cutâneas, feridas antigas, úlceras esxudativas das pernas, edemas, infecções gripais e moléstias reumáticas. Natrum sulphuricum está indicado em pacientes com sensação permanente de frio que não aquecem mesmo tapados. São irritáveis, indiferentes e depressivos. Os sintomas, que em muitos casos apresentam-se periodicamente, são mais acentuados pela manhã, em dias húmidos e em ambientes húmidos (em casa). As secreções são aquosas e de cor verde-amarela.

Silicea D12

É imprescindível ao organismo (essencial) como componente do tecido conjuntivo. Silicea é importante para a constituição da pele e mucosas e para o crescimento de unhas, cabelo e ossos. Aumenta a capacidade de resistência e a resistência mecânica dos tecidos (“cosmético bioquímico”). Os pulmões, os gânglios linfáticos e as glândulas supra-renais contêm quantidades importantes de Silicea. O silício, como componente principal da Silicea, é depois do oxigénio o segundo elemento mais frequente na superfície terrestre. Silicea está relacionado de forma especial com o metabolismo do cálcio. O ácido silícico intervém junto a outras substâncias na assimilação do cálcio contido nos alimentos. Activa a formação do colagéno e estimula a actividade dos fagócitos (“células devoradoras”), tão importantes para a defesa do organismo frente às

infecções.

Indicações Terapêuticas:

Silicea, juntamente com Calcium sulphuricum, o meio principal contra as inflamações agudas e crónicas supurativas de todo o tipo. Também está indicada nos casos de paredes vasculares distendidas (varizes, hemorróidas, etc), doenças das unhas e cabelo, adenite e endurecimentos ganglionares, processos de cicatrização, fístulas ósseas, cáries, raquitismo, treçolhos e suores nocturnos. Activa a reabsorção de hematomas e derrames e reduz níveis sanguíneos de ácido úrico (ver também Natrum phosphoricum).

Fonte

 
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